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	<title>environmental data Archives - geojournalism.org</title>
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	<description>As melhores ferramentas para reportagem multimídia</description>
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	<title>environmental data Archives - geojournalism.org</title>
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<ns2:site>239681374</ns2:site>	<item>
		<title>Dados Ambientais Básicos: fontes para procurar informação</title>
		<link>https://geojournalism.org/pt/2013/08/basic-environmental-data-sources-for-mining-information/</link>
		
		<dc:creator>Gustavo Faleiros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2013 21:15:11 +0000</pubDate>
				<category>Dados</category>
		<category>environmental data</category>
		<category>satellite imagery</category>
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					<description>&lt;p&gt;Aqui, trazemos uma rela&amp;#231;&amp;#227;o de fontes de diferentes tipos de dados. A maneira como este tutorial foi organizado segue alguns dos maiores problemas relacionados &amp;#224; cobertura ambiental, tais como mudan&amp;#231;a clim&amp;#225;tica, desmatamento, falta de &amp;#225;gua, entre muitos outros. Introdu&amp;#231;&amp;#227;o Jornalistas e pessoas que visualizam dados n&amp;#227;o podem se queixar da falta de recursos nos assuntos [&amp;#8230;]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2013/08/basic-environmental-data-sources-for-mining-information/"&gt;Dados Ambientais Básicos: fontes para procurar informação&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</description>
										<ns4:encoded>&lt;p&gt;Aqui, trazemos uma relação de fontes de diferentes tipos de dados. A maneira como este tutorial foi organizado segue alguns dos maiores problemas relacionados à cobertura ambiental, tais como mudança climática, desmatamento, falta de água, entre muitos outros.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="introducao"&gt;&lt;a href="#introducao"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Jornalistas e pessoas que visualizam dados não podem se queixar da falta de recursos nos assuntos ambientais. Devido a anos de pesquisa científica e décadas de observação da Terra, conjuntos de dados estão disponíveis aos montes e na maioria das vezes em formato aberto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui, trazemos uma relação de fontes de diferentes tipos de dados. A maneira como este tutorial foi organizado segue alguns dos maiores problemas relacionados à cobertura ambiental, tais como mudança climática, desmatamento, falta de água, entre muitos outros. Nós também indicamos os tutoriais que sugerimos se você quer utilizar, mapear e visualizar esses dados.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="incendios-diarios"&gt;&lt;a href="#incendios-diarios"&gt;Incêndios diários&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pixels indicando incêndio ou lugares quentes em todo o mundo são monitorados pelos satélites da Nasa. No &lt;a href="https://earthdata.nasa.gov/" target="_blank"&gt;site de Dados da Terra&lt;/a&gt; da Nasa, você vai encontrar o link para o projeto FIRMS (Sistema de Informação de Incêndio para Gestão de Recursos, do inglês Fire Information for Resource Management System). Ali você tem acesso a links para arquivos CSV, Shapefiles (SHP), KML (formato Google Earth) e Webservices, cobrindo as últimas 24, 48 e 72 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma boa maneira de acompanhar os incêndios de florestas na sua área de interesse é assinar para receber os e-mails de alerta.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_154" style="width: 554px"&gt;&lt;a href="https://dev.cardume.art.br/toolkit/wp-content/uploads/2013/08/email-alerts-firms.jpg"&gt;&lt;img alt="email alerts firms" aria-describedby="caption-attachment-154" class="wp-image-154" decoding="async" fetchpriority="high" height="326" src="https://dev.cardume.art.br/toolkit/wp-content/uploads/2013/08/email-alerts-firms.jpg" width="544"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-154"&gt;Site e página onde você pode assinar para receber e-mails de alerta sobre incêndios em florestas&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Para conjuntos maiores de dados, que cubram diversos dias, meses e até mesmo anos de incêndios, você pode utilizar a ferramenta de download também disponível no site.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este é um exemplo do que você pode fazer com esses conjuntos de dados quando mapeia as informações. Há tanto informação de pixel de incêndio durante o mês de julho na América do Sul, quanto uma análise de incêndios maiores desde 2000.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="400" src="https://infoamazonia.org/embed/?map_only=1&amp;amp;map_id=3502&amp;amp;width=600&amp;amp;height=400&amp;amp;lat=-6.140554782450295&amp;amp;lon=-56.33789062499999&amp;amp;zoom=4" width="600"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="areas-protegidas"&gt;&lt;a href="#areas-protegidas"&gt;Áreas protegidas&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Limites de Parques Nacionais, reservas e territórios indígenas são essenciais na criação de um mapa ou para contextualizar uma reportagem ambiental. A melhor fonte para esse tipo de dado é o site &lt;a href="https://www.protectedplanet.net/" target="_blank"&gt;Protected Planet&lt;/a&gt;, produzido pela Comissão Mundial de Áreas Protegidas, um braço das Nações Unidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lá você pode também baixar arquivos SCV, SHP e KML com as fronteiras de praticamente todas as áreas protegidas do planeta. Há também informação sobre as espécies existentes nessas áreas e a situação de conservação, se estão ameaçados ou não de extinção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse é o tipo de mapa que você pode fazer subindo um arquivo KML no Google Maps, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="350" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" src="https://maps.google.com/maps/ms?msa=0&amp;amp;msid=217417509911840200241.0004d03ac1c596975f522&amp;amp;hl=en&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;t=h&amp;amp;ll=-7.482345,-55.745025&amp;amp;spn=2.26417,1.01857&amp;amp;output=embed" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;
&lt;small&gt;&lt;br/&gt;
&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="dados-sobre-a-situacao-do-artico-e-da-antartida"&gt;&lt;a href="#dados-sobre-a-situacao-do-artico-e-da-antartida"&gt;Dados sobre a situação do Ártico e da Antártida&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Devido às mudanças climáticas, muita atenção tem sido dada à situação dos ambientes de gelo do planeta, a chamada criosfera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href="https://nsidc.org/" target="_blank"&gt;Centro Nacional de Dados de Neve e Gelo (National Snow and Ice Data Center – NSIDC)&lt;/a&gt; fornece planilhas, tabelas, arquivos KML e shapefile que permitem visualização fácil e análise de dados da extensão o gelo marítimo no Ártico ou as camadas de gelo na Antártida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os downloads estão bem explicados na página de &lt;a href="https://nsidc.org/data/docs/noaa/g02135_seaice_index/#daily_data_files" target="_blank"&gt;Índice de Gelo Marítimo (Sea Ice Index) &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma boa maneira de usar esses dados é criar um Google Earth Tour como este que segue&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe allowfullscreen="allowfullscreen" frameborder="0" height="360" loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/waMJP7n3_-I" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="emissoes-de-gee-em-niveis-nacionais"&gt;&lt;a href="#emissoes-de-gee-em-niveis-nacionais"&gt;Emissões de GEE em níveis nacionais&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima das Nações Unidas (UNFCCC) recebe dos governos dados oficiais sobre as emissões do gases de efeito estufa (GEE).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados podem ser encontrados na seção &lt;a href="https://unfccc.int/ghg_data/items/3800.php" target="_blank"&gt;GHG Data&lt;/a&gt;. do site. Há informações sobre poluentes específicos, tais como:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;CO2 – Dióxido de carbono&lt;br/&gt;
CH4 – Metano&lt;br/&gt;
N20 – Óxido nitroso&lt;br/&gt;
PFCs – Perfluorcabonetos&lt;br/&gt;
HFCs – Hidrofluorcarbonos&lt;br/&gt;
SF6 – Hexafluoreto de enxofre&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há também dados de gases de efeito estufa indiretos, como o Dióxido de Enxofre (SO2), Óxidos de Nitrogênio (NOx), Monóxido de Carbono (CO) e compostos orgânicos voláteis não metânicos (COVNM).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados são fornecidos em arquivos XLXs com valores divididos por país signatário da Convenção. O formato permite que você crie gráficos simples para posicionar os maiores emissores, como este:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter" decoding="async" src="https://docs.google.com/spreadsheet/oimg?key=0Anx0wudPaqDTdFVtMTRPdGxYdzA5MHYxWEVPUHZ2Q3c&amp;amp;oid=6&amp;amp;zx=i68v0ol28snd" width="600"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="florestas-e-desmatamento"&gt;&lt;a href="#florestas-e-desmatamento"&gt;Florestas e desmatamento&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Alguns dos melhores dados reunidos sobre florestas e recursos florestais podem ser encontrados no site da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). A cada cinco anos, eles publicam o relatório &lt;a href="https://www.fao.org/forestry/fra/fra2010/en/" target="_blank"&gt;“Avaliação Global dos Recursos Florestais”&lt;/a&gt; e também mantém a página de estatísticas atualizada (&lt;a href="https://faostat3.fao.org/home/index.html#DOWNLOAD" target="_blank"&gt;FAOSTAT&lt;/a&gt;) em relação ao comércio e produção de produtos florestais, permitindo que o usuário personalize as tabelas que queira baixar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No exemplo abaixo, você pode ver um mapa temático simples feito com o Google Spreadsheet utilizando os números da avaliação global de 2010. Aqui estamos mostrando os países com cores conforme o tamanho das áreas florestais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter" decoding="async" src="https://docs.google.com/spreadsheet/oimg?key=0Anx0wudPaqDTdHE4ZUFVdE9ub3pEMnBjY0Zub1hSTXc&amp;amp;oid=2&amp;amp;zx=y8jieryfiyc4"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="oceanos"&gt;&lt;a href="#oceanos"&gt;Oceanos&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA) mantém uma base de dados rica com informações sobre salinidade, saturação de oxigênio e concentração de fosfato, entre outros indicadores da saúde do mar. Ao visitar a página do &lt;a href="https://www.nodc.noaa.gov/" target="_blank"&gt;Centro de Dados Oceanográficos (NODC)&lt;/a&gt;, o usuário pode se sentir perdido com a quantidade e a complexidade de informação. Os dados não estão em planilhas comuns, mas há algumas análises prontas para serem utilizadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, se você acessar o banco de dados de imagens, é possível encontrar informação útil sobre a temperatura do oceano, como no mapa abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter" decoding="async" src="https://data.nodc.noaa.gov/woa/WOA09F/temperature/JPEG/t_0_0_1.jpg" width="680"/&gt;&lt;/p&gt;

		&lt;div class="author-shortcodes"&gt;
			&lt;div class="author-inner"&gt;
				&lt;div class="author-image"&gt;
			&lt;img alt="" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/09/gustavo-faleiros.jpg"/&gt;
			&lt;div class="author-overlay"&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-image --&gt; 
		&lt;div class="author-info"&gt;
			&lt;strong&gt;Gustavo Faleiros&lt;/strong&gt; é Jornalista formado pela PUC-SP com mestrado em Política Ambiental pelo King´s College da Universidade de Londres. Trabalhou como repórter da editoria Brasil do jornal Valor Ecônomico de 2001-2004 e, entre os 2006 e 2011, atuou como correspondente em Brasília e editor do site O Eco, onde foi responsável pelo lançamento dos projeto &lt;a href="https://www.oecoamazonia.com/"&gt;oecoAmazonia&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://www.oeco.com.br/geonoticia"&gt;Geonotícias&lt;/a&gt;. Em 2012 lançou o projeto &lt;a href="https://www.mapascoletivos.com.br/"&gt;mapasColetivos&lt;/a&gt; com apoio do Instituto Claro e parceria com a jornalista Juliana Mori.  Atualmente, como bolsista Knight pelo ICFJ trabalha no portal de dados &lt;a href="https://infoamazonia.org/"&gt;InfoAmazonia&lt;/a&gt;, que reune mapas interativos com reportagens nos 9 países da floresta tropical.
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-info --&gt;
			&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-inner --&gt;
		&lt;/div&gt;  .author-shortcodes 
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		<ns2:post-id>141</ns2:post-id>	</item>
		<item>
		<title>Limpeza de Dados com o Refine</title>
		<link>https://geojournalism.org/pt/2013/07/cleaning-data-with-refine/</link>
		
		<dc:creator>Michael Bauer</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 22:36:29 +0000</pubDate>
				<category>Dados</category>
		<category>data wrangling</category>
		<category>environmental data</category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.cardume.art.br/toolkit/?p=94</guid>

					<description>&lt;p&gt;O Open Refine (previamente Google Refine) &amp;#233; um programa de limpeza de dados que utiliza o seu navegador de internet como interface. Isso significa que parece que ele atua na internet, mas todos os seus dados permanecem na sua m&amp;#225;quina e voc&amp;#234; n&amp;#227;o precisa de uma conex&amp;#227;o de internet para trabalhar com eles. O maior [&amp;#8230;]&lt;/p&gt;
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</description>
										<ns4:encoded>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Open Refine (previamente Google Refine) é um programa de limpeza de dados que utiliza o seu navegador de internet como interface. Isso significa que parece que ele atua na internet, mas todos os seus dados permanecem na sua máquina e você não precisa de uma conexão de internet para trabalhar com eles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="more-94"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O maior objetivo do Refine é ajudar você a explorar e limpar os seus dados antes de utilizá-los. Foi construído para grandes conjuntos de dados – então não se preocupe, desde que as suas planilhas possam armazenar as informações, o Refine também pode.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="criar-um-novo-projeto"&gt;&lt;a href="#criar-um-novo-projeto"&gt;Criar um novo Projeto&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para trabalhar com seus dados no Refine, você precisa começar um novo projeto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Passo a passo: Criar um projeto Refine&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt; 
			&lt;/p&gt;&lt;div class="et-tabs-container et_sliderfx_fade et_sliderauto_false et_sliderauto_speed_5000 et_slidertype_top_tabs"&gt;
				&lt;ul class="et-tabs-control"&gt;
			&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 1
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; 
		&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 2
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; 
		&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 3
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
		&lt;/ul&gt; &lt;!-- .et-tabs-control --&gt; 
		&lt;div class="et-tabs-content"&gt;
			&lt;div class="et-tabs-content-wrapper"&gt;
				&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Dê início ao Refine: uma janela será aberta no navegador indicando &lt;a href="https://127.0.0.1:3333" target="_blank"&gt;https://127.0.0.1:3333&lt;/a&gt;. Se isso não acontecer, abra o link diretamente em uma janela nova&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Crie um novo projeto: na aba esquerda, selecione “Create Project”:&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" decoding="async" height="183" loading="lazy" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia01.png" style="margin: 15px 610px 0px 0px;" width="170"/&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt;
		&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Clique em “Choose Files” para escolher o arquivo que você baixou e clique em “next” – você também pode utilizar o URL para o CSV direto, se os seus dados estiverem armazenados na rede.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Você terá uma prévia em como a limpeza vai interferir nos seus dados. Se selecionou um CSV bem formatado ou outro arquivo, isso deve acontecer automaticamente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Faça uma revisão da prévia com atenção para ter certeza que os dados estão corretos. Verifique duas vezes os códigos de caracteres. Muitos dados, mesmo que não todos, utilizam UTF-8 nos dias de hoje, mas tenha certeza que você não está visualizando nenhum caractere esquisito na sua revisão.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No nosso caso, nenhuma coluna tem título – a primeira fileira do arquivo está em branco.&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" class="size-full wp-image-278 aligncenter" decoding="async" height="255" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 531px) 100vw, 531px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia03.png" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia03.png 531w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia03-300x144.png 300w" style="margin-top: 15px;" width="531"/&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt;
		&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Se você verificar mais para baixo, verá que os títulos das colunas para os dados estão nas fileiras 5 e 6.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Vamos contar ao Refine onde encontrar as informações das colunas: na parte de baixo, você encontra informações sobre como a limpeza terá efeito sobre as informações das colunas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dizemos para ignorar as cinco primeiras linhas, considere as duas próximas linhas como etiquetas para as colunas e ignore o restante:&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" class="size-full wp-image-279 aligncenter" decoding="async" height="99" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia04.png" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia04.png 485w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia04-300x61.png 300w" style="margin-top: 15px;" width="485"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Ótimo – agora a visualização prévia está bem melhor.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dê um nome ao seu projeto na caixa no lado superior direito e clique em “Create Project”.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O projeto vai abrir no visualizador de projetos, esta é a interface básica em que você vai trabalhar: por padrão, o Refine mostra apenas 10 linhas de dados. Você pode modificar isso na barra acima das linhas de dados. Você também pode utilizar a navegação à direita para ver as linhas prévias e anteriores.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt;
			&lt;/div&gt;
		&lt;/div&gt;
			&lt;/div&gt;  .et-tabs-container &lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora você criou com sucesso o seu primeiro projeto Refine. Lembre-se: apesar dele ser executado em um navegador de internet, o servidor do Refine está na sua máquina, todos os dados estão ali (então, nada de preocupação se você está lidando com informações confidenciais).&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="classificar-e-filtrar"&gt;&lt;a href="#classificar-e-filtrar"&gt;Classificar e Filtrar&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma vez que criamos o nosso projeto, vamos seguir e explorar um pouco os dados e a interface do Refine. Utilizar o Refine pode intimidar no começo, já que parece tão diferente de planilhas, mas assim que você se habituar, vai perceber quão fácil é usá-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das funções geralmente usadas nas planilhas é classificar e filtrar dados – para descobrir mínimos, máximos ou características de certas categorias. O Refine pode fazer o mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Passo a passo: Classificar linhas&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt; 
			&lt;/p&gt;&lt;div class="et-tabs-container et_sliderfx_fade et_sliderauto_false et_sliderauto_speed_5000 et_slidertype_top_tabs"&gt;
				&lt;ul class="et-tabs-control"&gt;
			&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 1
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; 
		&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 2
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; 
		&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 3
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
		&lt;/ul&gt; &lt;!-- .et-tabs-control --&gt; 
		&lt;div class="et-tabs-content"&gt;
			&lt;div class="et-tabs-content-wrapper"&gt;
				&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;O Refine lida com os dados de maneira semelhante à da planilha: você tem linhas, colunas e células – uma célula é o campo definido por uma linha e uma coluna.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para disponibilizar as suas linhas baseado em uma coluna específica, clique no pequeno triângulo voltado para baixo próximo à coluna.&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" decoding="async" height="300" loading="lazy" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia05-154x300.png" style="margin: 15px 610px 0 0;" width="154"/&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt;
		&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Selecione “Sort…” para abrir o diálogo de classificação.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Você pode selecionar como vai classificar os valores e, depois, em qual ordem vai organizá-los. (Nós vamos organizá-los em texto, já que por ora temos somente colunas de texto).
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" class="aligncenter size-full wp-image-281" decoding="async" height="359" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia06.png" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia06.png 424w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia06-300x254.png 300w" style="margin-top: 15px;" width="424"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt;
		&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Clique em “OK” e suas linhas vão estar organizadas conforme a coluna.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para desfazer essa organização, clique nas opções de coluna novamente, selecione “sort” e depois “remove sort”&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" class="aligncenter size-full wp-image-282" decoding="async" height="319" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 410px) 100vw, 410px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia07.png" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia07.png 410w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia07-300x233.png 300w" style="margin-top: 15px;" width="410"/&gt;&lt;/p&gt;
		&lt;/div&gt;
			&lt;/div&gt;
		&lt;/div&gt;
			&lt;/div&gt;  .et-tabs-container &lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra função usada frequentemente em planilhas é o filtro – no Refine, ela é chamada de polimento. O polimento no Refine é bem poderoso – você verá que na maior parte do restante do texto, vamos utilizar esses filtros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Passo a passo: Filtrar linhas baseado em uma coluna&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt; 
			&lt;/p&gt;&lt;div class="et-tabs-container et_sliderfx_fade et_sliderauto_false et_sliderauto_speed_5000 et_slidertype_top_tabs"&gt;
				&lt;ul class="et-tabs-control"&gt;
			&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 1
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; 
		&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 2
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; 
		&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 3
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; 
		&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 4
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
		&lt;/ul&gt; &lt;!-- .et-tabs-control --&gt; 
		&lt;div class="et-tabs-content"&gt;
			&lt;div class="et-tabs-content-wrapper"&gt;
				&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Selecione as opções da coluna com as quais você quer filtrar a coluna.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Selecione “Facet”&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" class="aligncenter size-full wp-image-283" decoding="async" height="300" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 333px) 100vw, 333px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia08.png" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia08.png 333w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia08-300x270.png 300w" style="margin-top: 15px;" width="333"/&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt;
		&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Você pode filtrar textos, números ou datas de maneira diferente. Vamos experimentar com texto: clique em “Text facet”&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Isso vai abrir um novo filtro na barra da esquerda&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" class="aligncenter size-full wp-image-284" decoding="async" height="385" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 301px) 100vw, 301px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia09.png" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia09.png 301w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia09-234x300.png 234w" style="margin-top: 15px;" width="301"/&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt;
		&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Agora selecione um ou mais critérios e você verá como as suas linhas de dados estão limitadas apenas àquelas selecionadas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Claro que você pode adicionar mais de um filtro e desse modo filtrar mais de uma vez.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Vamos adicionar outro filtro: repare que uma das colunas contém datas: podemos colocar um filtro de linha do tempo que nos permita selecionar um intervalo de datas.
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" class="aligncenter size-full wp-image-285" decoding="async" height="300" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 342px) 100vw, 342px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia10.png" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia10.png 342w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia10-300x263.png 300w" style="margin-top: 15px;" width="342"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt;
		&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Isso abrirá um novo filtro parecido com este:
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" class="aligncenter size-full wp-image-286" decoding="async" height="173" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 302px) 100vw, 302px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia11.png" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia11.png 302w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia11-300x171.png 300w" style="margin-top: 15px;" width="302"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Você pode escolher um intervalo de datas movimentando os indicadores para esquerda ou direita.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt; 
		&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			
		&lt;/div&gt;
			&lt;/div&gt;
		&lt;/div&gt;
			&lt;/div&gt;  .et-tabs-container &lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="conciliar-colunas"&gt;&lt;a href="#conciliar-colunas"&gt;Conciliar Colunas&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Às vezes, as pessoas cometem erros ao inserir dados – digitam errado nome de cidades ou inserem caracteres que não podem ver, mas que o computador percebe. (Por exemplo, você pode colocar um simples espaço ao final de um nome e o programa vai considerar um nome diferente). Por isso, vamos criar um filtro de texto para as cidades:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Passo a passo: Conciliar Colunas&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt; 
			&lt;/p&gt;&lt;div class="et-tabs-container et_sliderfx_fade et_sliderauto_false et_sliderauto_speed_5000 et_slidertype_top_tabs"&gt;
				&lt;ul class="et-tabs-control"&gt;
			&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 1
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; 
		&lt;li&gt;&lt;a href="#"&gt;
			Passo 2
		&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
		&lt;/ul&gt; &lt;!-- .et-tabs-control --&gt; 
		&lt;div class="et-tabs-content"&gt;
			&lt;div class="et-tabs-content-wrapper"&gt;
				&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Crie um filtro de texto para a coluna “Cidade”&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Siga para baixo até encontrar “La Paz”: percebe quantas maneiras diferentes de grafia há para escrever “la paz”?&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" decoding="async" height="181" loading="lazy" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia12.png" style="margin-top: 15px;" width="297"/&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt;
		&lt;div class="et_slidecontent"&gt;
			&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Vamos arrumar isso! Esse tipo de coisa é tão comum que o Refine construiu um mecanismo para detectar essas diferenças.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Clique no botão “Cluster” no canto superior direito no filtro.
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" class="aligncenter wp-image-288" decoding="async" height="367" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 591px) 100vw, 591px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia13.png" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia13.png 739w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia13-300x186.png 300w" style="margin-top: 15px;" width="591"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Agora verifique tudo que o Refine filtrou corretamente como similares.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Clique no botão “Merge Selected &amp;amp; Re-Cluster”. Brinque com a função de afinamento e os métodos no topo para identificar possíveis características que podem ser colocadas juntas.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
		&lt;/div&gt;
			&lt;/div&gt;
		&lt;/div&gt;
			&lt;/div&gt;  .et-tabs-container &lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="melhorar-a-aparencia-do-nome-de-cidades"&gt;&lt;a href="#melhorar-a-aparencia-do-nome-de-cidades"&gt;Melhorar a aparência do nome de cidades&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Você percebeu como a maioria das cidades estão com todas as letras em maiúscula? É estranho ler algo assim. E talvez você queira ter nomes com melhor aparência para leitura: sem problemas. O Refine pode fazer isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Passo a passo: Mudar a Letra no Refine&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Vamos modificar a letra na nossa coluna de cidade de tudo em caixa alta para somente as primeiras letras em maiúscula&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para fazer isso, abra as opções da coluna, vá para “Edit cells”, depois “Common transforms”, depois “To titlecase”.
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Cleaning Data with Refine" class="aligncenter size-full wp-image-289" decoding="async" height="475" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 516px) 100vw, 516px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia14.png" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia14.png 516w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/07/CleaningDatawithRefine-Bolivia14-300x276.png 300w" style="margin-top: 15px;" width="516"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Pronto – como mágica, todos os seus nomes foram modificados.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Parabéns!&lt;/strong&gt; Você limpou com sucesso um grupo de dados usando o Refine!&lt;/p&gt;

		&lt;div class="author-shortcodes"&gt;
			&lt;div class="author-inner"&gt;
				&lt;div class="author-image"&gt;
			&lt;img alt="" src="https://farm9.staticflickr.com/8321/7937480904_6f29810da7.jpg"/&gt;
			&lt;div class="author-overlay"&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-image --&gt; 
		&lt;div class="author-info"&gt;
			&lt;strong&gt;Michael&lt;/strong&gt; vive em Viena e trabalha como argumentador de dados junto ao Open Knowledge Foundation, majoritariamente com o School of Data. Depois de um breve desvio que realizou em direção a pesquisas biomédicas, quando aprendeu a adorar argumentação de dados, dedicou algum tempo à sua paixão: liberdade na idade digital. Uniu-se à Open Knowledge Foundation para satisfazer sua curiosidade. Contente da vida, ele vai explorar qualquer assunto que você lhe indicar. Veja mais em &lt;a href="https://okfn.org/about/team/#Michael_Bauer_8212_Data_Wrangler_School_of_Data" target="_blank"&gt;https://okfn.org/about/team/#Michael_Bauer_8212_Data_Wrangler_School_of_Data&lt;/a&gt;
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-info --&gt;
			&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-inner --&gt;
		&lt;/div&gt;  .author-shortcodes 
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&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2013/07/cleaning-data-with-refine/"&gt;Limpeza de Dados com o Refine&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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