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	<title>map design Archives - geojournalism.org</title>
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	<description>As melhores ferramentas para reportagem multimídia</description>
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	<title>map design Archives - geojournalism.org</title>
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		<title>Dicas para o Uso de Cores em Mapas</title>
		<link>https://geojournalism.org/pt/2014/06/tips-for-using-color-in-maps/</link>
		
		<dc:creator>Mapbox</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2014 19:31:02 +0000</pubDate>
				<category>Design</category>
		<category>Maps</category>
		<category>cartography</category>
		<category>color</category>
		<category>Easy</category>
		<category>map design</category>
		<guid isPermaLink="false">https://geojournalism.oeco.org.br/?p=1031</guid>

					<description>&lt;p&gt;Mapeamento e Teoria da cor &amp;#201; importante perceber o quanto sua escolha de cor em um mapa pode afetar a hist&amp;#243;ria que voc&amp;#234; est&amp;#225; tentando contar com seus dados. Para introduzir brevemente algumas teorias sobre como usar cores em mapas, aqui est&amp;#227;o tr&amp;#234;s desenhos principais de esquemas para mapeamento de dados. Esquemas Sequenciais Esquemas sequenciais [&amp;#8230;]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2014/06/tips-for-using-color-in-maps/"&gt;Dicas para o Uso de Cores em Mapas&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</description>
										<ns4:encoded>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h1 class="summary-item" id="mapeamento-e-teoria-da-cor" title="Link to this section"&gt;&lt;a href="#mapeamento-e-teoria-da-cor"&gt;Mapeamento e Teoria da cor&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;É importante perceber o quanto sua escolha de cor em um mapa pode afetar a história que você está tentando contar com seus dados. Para introduzir brevemente algumas teorias sobre como usar cores em mapas, aqui estão três desenhos principais de esquemas para mapeamento de dados.&lt;/p&gt;
&lt;p id="sequential_schemes" title="Link to this section"&gt;&lt;strong&gt;Esquemas Sequenciais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esquemas sequenciais ordenam dados de alto a baixo, acentuando o mais alto com uma sombra escura e o menor com um tom claro (ou vice-versa). Esquemas sequenciais são bons se você está mapeando dados quantitativos e não quer dirigir o foco a um determinado intervalo dentro de seus dados.&lt;br/&gt; &lt;img alt="sequential" decoding="async" src="https://www.mapbox.com/tilemill/assets/pages/sequential.png"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p id="diverging_schemes" title="Link to this section"&gt;&lt;strong&gt;Esquemas Divergentes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esquemas divergentes são os melhores em destacar uma faixa intermediária entre dados quantitativos. Escolha duas cores contrastantes e saturadas para os extremos dos dados, e os intervalos médios ficam como uma mistura mais clara dos dois. Isto é particularmente ótimo para acentuar a média de seus dados e para expor locais que divergem significativamente da norma.&lt;br/&gt; &lt;img alt="diverging" decoding="async" src="https://www.mapbox.com/tilemill/assets/pages/diverging.png"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p id="qualitative_schemes" title="Link to this section"&gt;&lt;strong&gt;Esquemas Qualitativos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você estiver trabalhando com dados qualitativos, tais como etnia ou religião, você quer escolher uma série de cores ‘não relacionadas’. O truque é escolher um bom tema de cor para que seu mapa seja bonito. Você também pode acentuar aspectos específicos de seus dados com sua escolha da cor. Por exemplo, uma forte cor escura entre um grupo de cores mais claras vai ‘pular’ fora do mapa, destacando essa faceta particular de seus dados entre todos os outros.&lt;br/&gt; &lt;img alt="qualitative" decoding="async" src="https://www.mapbox.com/tilemill/assets/pages/qualitative.png"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="fontes-para-escolha-de-cores" title="Link to this section"&gt;&lt;a href="#fontes-para-escolha-de-cores"&gt;Fontes para Escolha de Cores&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Felizmente uma série de sites estão disponíveis para explorar temas de cores. Abaixo estão os links para alguns deles com um breve resumo de suas principais características para ajudar você a navegar com mais facilidade os mares da estética de contar histórias. A seção termina com duas revisões de ferramentas compráveis ​​que você pode usar a partir de seu desktop.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class="summary-item" id="0_255" title="Link to this section"&gt;&lt;a href="#0_255"&gt;0_255&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;0_255 é um ótimo site para escolher entre diferentes tons de uma cor, e por isso é ideal para sistemas sequenciais. Ele te da trinta opções para uma determinada cor e permite copiar instantaneamente o código hexadecimal da cor. Há uma grande grade de cores para seleccionar a partir de uma cor inicial, e, em seguida, 0_255 visualiza uma gama de tonalidades com base naquela cor. Se a grade não tem a cor que você quiser, você pode escolher sua própria cor colando o código hexadecimal.&lt;br/&gt; &lt;img alt="0_255" decoding="async" src="https://www.mapbox.com/tilemill/assets/pages/0_255_0.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 class="summary-item" id="color-scheme-designer" title="Link to this section"&gt;&lt;a href="#color-scheme-designer"&gt;Color Scheme Designer&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Color Scheme Designer permite que você selecione uma cor de uma roda de cores e apresenta várias opções para gerar automaticamente as cores complementares a sua escolha inicial. Especificamente, você pode escolher entre:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Complementos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tríades&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tétrades&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Analógico&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Analógico Acentuado&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Uma vez escolhido a sua cor e o esquema, você terá uma tabela de cores que lhe dá diversas variações de suas cores e os códigos hexadecimais correspondentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="colorscheme" decoding="async" src="https://www.mapbox.com/tilemill/assets/pages/colorschemedesigner_1.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 class="summary-item" id="colour-lovers" title="Link to this section"&gt;&lt;a href="#colour-lovers"&gt;Colour Lovers&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Colour Lovers é ótimo se você estiver procurando por um tema do design para mapear dados qualitativos. Os usuários ativos contribuem com paletas para o site, e essas paletas são pesquisáveis​​, navegáveis, e prontas para serem usadas em seu projeto. Usuários de Colour Lovers também compartilham padrões se você precisar de alguma inspiração espacial também.&lt;br/&gt; &lt;img alt="colourlovers" decoding="async" src="https://www.mapbox.com/tilemill/assets/pages/colourlovers_0.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 class="summary-item" id="kuler" title="Link to this section"&gt;&lt;a href="#kuler"&gt;Kuler&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Kuler é um serviço semelhante ao Colour Lovers, oferecido pela Adobe. A comunidade de designers apresentam seus próprios temas, que estão disponíveis com os valores RGB e códigos hexadecimais. O design do site é um pouco menos intuitiva do que Colour Lovers, mas ainda assim vale a pena conferir.&lt;br/&gt; &lt;img alt="kuler" decoding="async" src="https://www.mapbox.com/tilemill/assets/pages/kuler_1.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há muitas boas idéias que são compartilhadas pela comunidade ativa de usuários que contribuem ao Kuler. Kuler também fornece links para paginas como fóruns, páginas de ajuda, e também vários artigos sobre a importância da cor e teoria da cor.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class="summary-item" id="colorbrewer" title="Link to this section"&gt;&lt;a href="#colorbrewer"&gt;Colorbrewer&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Colorbrewer é ótimo para contrastar os três tipos de modelos de cores mencionadas na primeira parte deste artigo. Ele permite que você teste diferentes temas de cores baseado em sua preferencia entre equemas seqüenciais, divergentes, ou qualitativos e permite variar o número de classes de cores que você quer na sua palete (até 12). Ele também fornece alguns artigos úteis de ‘Leitura’ sobre essas teorias e outras idéias cartográficas de design.&lt;br/&gt; &lt;img alt="colorbrewer" decoding="async" src="https://www.mapbox.com/tilemill/assets/pages/colorbrewer.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 class="summary-item" id="pochade" title="Link to this section"&gt;&lt;a href="#pochade"&gt;Pochade&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Pochade é um programa de seleção de cores que permite determinar o valor RGB e código hexadecimal de qualquer cor que você vê na tela. Ele também fornece algumas maneiras diferentes de manipular a sua cor, como alterar os valores HSB, RGB, ou CMYK. Este programa está disponível para download por US $ 9,99.&lt;br/&gt; &lt;img alt="pochade" decoding="async" src="https://www.mapbox.com/tilemill/assets/pages/pochade_0.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 class="summary-item" id="colorschemer-studio" title="Link to this section"&gt;&lt;a href="#colorschemer-studio"&gt;ColorSchemer Studio&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;ColorSchemer Studio fornece três características principais: (1) um gerador de classe de cor (até 254 – muitos mais do que Color Brewer) com base em duas cores de sua escolha, (2) a ‘PhotoSchemer’, que permite que você faça o upload de uma foto e determine até dez cores diferentes em sua foto escolhida e (3) a integração com Colour Lovers, incluindo um navegador de cor e a capacidade de carregar as cores para a primeira ferramenta para manipular por conta própria. ColorSchemer é uma ferramenta poderosa para o seu desktop, disponível para o preço um pouco maior de US $ 49,99.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Originalmente publicado no Mapbox: &lt;a href="https://www.mapbox.com/tilemill/docs/guides/tips-for-color/" target="_blank"&gt;https://www.mapbox.&lt;wbr/&gt;com/tilemill/docs/guides/tips-&lt;wbr/&gt;for-color/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"/&gt;
&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2014/06/tips-for-using-color-in-maps/"&gt;Dicas para o Uso de Cores em Mapas&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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		<ns2:post-id>1031</ns2:post-id>	</item>
		<item>
		<title>Como mapear fotos utilizando o OpenStreetMap e o TileMill</title>
		<link>https://geojournalism.org/pt/2013/08/how-to-map-photos-using-openstreetmap-and-tilemill/</link>
		
		<dc:creator>Mikel Maron</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2013 21:29:27 +0000</pubDate>
				<category>Maps</category>
		<category>cartography</category>
		<category>geotagging</category>
		<category>map design</category>
		<category>Open Street Map</category>
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					<description>&lt;p&gt;Esse guia em quatro passos mostra uma vis&amp;#227;o geral do processo todo e a rela&amp;#231;&amp;#227;o entre quatro ferramentas para construir um mapa de fotos. Vamos abordar os pontos principais e destacar como as ferramentas conectam-se aos dados abertos. Introdu&amp;#231;&amp;#227;o Recentemente, organizamos um divertido compartilhamento de habilidades com o Map Kibera, e depois novamente com o [&amp;#8230;]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2013/08/how-to-map-photos-using-openstreetmap-and-tilemill/"&gt;Como mapear fotos utilizando o OpenStreetMap e o TileMill&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</description>
										<ns4:encoded>&lt;p&gt;Esse guia em quatro passos mostra uma visão geral do processo todo e a relação entre quatro ferramentas para construir um mapa de fotos. Vamos abordar os pontos principais e destacar como as ferramentas conectam-se aos dados abertos.&lt;span id="more-268"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="introducao"&gt;&lt;a href="#introducao"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Recentemente, organizamos um divertido compartilhamento de habilidades com o &lt;a href="https://mapkibera.org/" rel="nofollow"&gt;Map Kibera&lt;/a&gt;, e depois novamente com o &lt;a href="https://www.transparentchennai.com/" rel="nofollow"&gt;Transparent Chennai&lt;/a&gt;. A ideia é utilizar o OpenStreetMap e o TileMill para criar um mapa interativo de fotos. Aqui está o &lt;a href="https://a.tiles.mapbox.com/v3/groundtruth.map-vx5bbbu4/page.html" rel="nofollow"&gt;resultado simples&lt;/a&gt; do trabalho com o Map Kibera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quer aprender a criar algo assim?&lt;/strong&gt; Esse guia em quatro passos mostra uma visão geral do processo todo e a relação entre quatro ferramentas para construir um mapa de fotos. Vamos abordar os pontos principaise destacar como as ferramentas conectam-se aos dados abertos. Eu incluí os links para outras fontes que trazem mais detalhes sobre a utilização de cada uma delas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="subir-fotos-para-o-flickr"&gt;&lt;a href="#subir-fotos-para-o-flickr"&gt;Subir fotos para o Flickr&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O que você precisa: Uma foto de algum lugar para mapear&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O que você terá: Um link para a página da foto e uma pré-visualização da foto.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Saiba mais: &lt;a href="https://www.flickr.com/help/photos/" rel="nofollow"&gt;Flickr Help&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Se você não tem uma conta no &lt;a href="https://flickr.com/" rel="nofollow"&gt;Flickr&lt;/a&gt;, crie uma, é uma maneira fácil de compartilhar imagens. Carregue a foto de um lugar. Para o nosso exemplo, subimos esta &lt;a href="https://www.flickr.com/photos/mikel_maron/9420814521/" rel="nofollow"&gt;foto do iHub em Nairobi&lt;/a&gt;, tirada durante a eleição do projeto Uchaguzi. Criamos um &lt;a href="https://www.flickr.com/groups/2274104@N21/" rel="nofollow"&gt;grupo do Map Kibera&lt;/a&gt; para colocar nossas fotos coletivas.&lt;em&gt;&lt;br/&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_664" style="width: 727px"&gt;&lt;a href="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9508348007_2c645cceeb_b.jpg"&gt;&lt;img alt="Credit: Mikel Maron, Ground Truth Initiative" aria-describedby="caption-attachment-664" class="wp-image-664" decoding="async" fetchpriority="high" height="354" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9508348007_2c645cceeb_b.jpg" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9508348007_2c645cceeb_b.jpg 1024w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9508348007_2c645cceeb_b-300x148.jpg 300w" width="717"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-664"&gt;Credit: Mikel Maron, Ground Truth Initiative&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13px;line-height: 19px"&gt;A partir da sua página de fotos, clique no botão &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-size: 13px;line-height: 19px"&gt;Share&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 13px;line-height: 19px"&gt; e depois marque o link &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-size: 13px;line-height: 19px"&gt;Grab the HTML/BBCode&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 13px;line-height: 19px"&gt;. Selecione o tamanho “Small” para a imagem e copie e cole o código HTML no editor de texto/processador de palavras. Precisamos somente do link da imagem, que está marcada com a etiqueta &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-size: 13px;line-height: 19px"&gt;&lt;img alt="" decoding="async" src="..."/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 13px;line-height: 19px"&gt; .&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resultado que você deve ter é um link para a página de fotos, e a pré-visualização da foto. Algo como abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;&lt;code&gt;https://www.flickr.com/photos/mikel_maron/9420814521/
https://farm4.staticflickr.com/3673/9420814521_f71924dd4e.jpg&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="editar-com-openstreetmap"&gt;&lt;a href="#editar-com-openstreetmap"&gt;Editar com OpenStreetMap&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O que você precisa: Localidade da sua foto.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O que você terá: O OpenStreetMap linkado à imagem.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Saiba mais: &lt;a href="https://learnosm.org/en/" rel="nofollow"&gt;LearnOSM&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Agora, adiante com o &lt;a href="https://osm.org/" rel="nofollow"&gt;OpenStreetMap&lt;/a&gt;. Se necessário, inscreva-se e veja os passos básicos no &lt;a href="https://learnosm.org/en/" rel="nofollow"&gt;LearnOSM&lt;/a&gt;. Também tente o iD Walkthrough: navegue para uma área, clique em &lt;strong&gt;Edit &lt;/strong&gt;(mais especificamente, clique na flecha para baixo e selecione “Edit with iD”) e siga o restante do tutorial de edição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora abra novamente a aba &lt;strong&gt;View&lt;/strong&gt;. Digite o nome da localidade da sua foto e procure. No nosso caso, é “iHub”. Procure no resultado da busca e encontre o item correto, &lt;em&gt;devem haver mais de um com o mesmo nome&lt;/em&gt;, depois clique em &lt;strong&gt;View Details&lt;/strong&gt; para abrir a &lt;a href="https://www.openstreetmap.org/browse/node/673988331" rel="nofollow"&gt;página de navegação para aquele contexto&lt;/a&gt;. Esta página mostra a localidade e as etiquetas para aquele item e, no canto inferior direito, clique sobre o link &lt;strong&gt;Edit Node&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Geralmente você vai precisar incluir um novo aspecto no OSM, ao invés de adicionar a um existente. Dê uma olhada em outros guias para saber mais.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_651" style="width: 727px"&gt;&lt;a href="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511330104_a4bdec07e4_b.jpg"&gt;&lt;img alt="Credit: Mike Maron" aria-describedby="caption-attachment-651" class="wp-image-651" decoding="async" height="365" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511330104_a4bdec07e4_b.jpg" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511330104_a4bdec07e4_b.jpg 1024w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511330104_a4bdec07e4_b-300x152.jpg 300w" width="717"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-651"&gt;Crédito: Mike Maron&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;No painel da esquerda, clique em All tags e depois no sinal + para adicionar etiquetas para direcionar à imagem no Flickr. Inclua “image” e em seguida o link para a página de fotos do Flickr. Vai aparecer assim:&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt; image=https://www.flickr.com/photos/mikel_maron/9420814521/&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;Clique em &lt;strong&gt;Save&lt;/strong&gt;, inclua uma mensagem que tenha a ver e clique em &lt;strong&gt;Save&lt;/strong&gt; novamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ressalvas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importante: quando você estiver tirando as fotos, confirme que está gravando qual foto vai com qual objeto! Pode ficar confuso se houver muitas delas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="extracao-com-overpass-turbo"&gt;&lt;a href="#extracao-com-overpass-turbo"&gt;Extração com Overpass Turbo&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O que você precisa: Uma respiração profunda (inspire agora!)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O que você terá: Um arquivo GeoJSON com imagens e localidades.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Saiba mais: Página de informações do Overpass Turbo&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O portal do OpenStreetMap mostra uma visão geral dos dados que você incluir. O OSM é poderoso porque permite que você visualize os dados e os utilize da maneira que quiser. Este passo é sobre como extrair os dados do OSM e usá-los em outra ferramenta.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_652" style="width: 727px"&gt;&lt;a href="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9508838929_56cae156ed_b.jpg"&gt;&lt;img alt="Crédito: MIkel Maron" aria-describedby="caption-attachment-652" class="wp-image-652" decoding="async" height="365" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9508838929_56cae156ed_b.jpg" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9508838929_56cae156ed_b.jpg 1024w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9508838929_56cae156ed_b-300x152.jpg 300w" width="717"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-652"&gt;Credito: MIkel Maron&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Abra o &lt;a href="https://overpass-turbo.eu/?key=image&amp;amp;template=key-type&amp;amp;type=node" target="_blank"&gt;Overpass Turbo&lt;/a&gt; com a opção de procurar pelos códigos que contenham a chave “image”. &lt;em&gt;Você pode encontrar links para outras etiquetas explorando o &lt;a href="https://taginfo.openstreetmap.org/" target="_blank"&gt;TagInfo&lt;/a&gt;, uma outra ferramenta ótima que vou abordar numa próxima oportunidade.&lt;/em&gt; Essa opção de página que você abriu tem dois painéis: à esquerda o “Query” e à direita o “Map”. Procure e navegue pelo mapa até a região onde seus itens estão localizados. No nosso caso é “Nairobi”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pergunta para conseguir extrair os dados pode ficar complicada; você verá as informações da tela à esquerda, algo que se parece mais ou menos como:&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;{{key=image}}
{{type=node}}&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;Agora, clique em &lt;strong&gt;Run&lt;/strong&gt;. O programa Overpass vai executar por alguns segundos e depois mostrar os resultados no mapa. Você pode clicar sobre os pontos para obter mais informações de cada item. Agora, clique no menu &lt;strong&gt;Export&lt;/strong&gt;, depois no painel &lt;strong&gt;Data&lt;/strong&gt; e finalmente em &lt;strong&gt;GeoJSON&lt;/strong&gt;.Isso deve ser o gatilho para o download dos resultados e a exposição dos resultados na caixa de diálogo (alguns navegadores não farão download automaticamente, então copie e cole o GeoJSON do diálogo num arquivo e salve). Preste atenção na localização do arquivo GeoJSON, pois vamos precisar dele no próximo passo.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="preparar-o-geojson"&gt;&lt;a href="#preparar-o-geojson"&gt;Preparar o GeoJSON&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O que você precisa: Do GeoJSON criado com o Overpass Turbo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;que você terá: GeoJSON com links para visualização prévia de imagens&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Para fazer o nosso mapa, precisamos de não somente links para o Flickr para as imagens que baixamos, mas também de um link para a visualização prévia da imagem em si. O &lt;a href="https://mikelmaron.github.io/geojson-flickr-groomer/" target="_blank"&gt;GeoJSON Flickr Groomer&lt;/a&gt;é uma ferramenta simples para criar estes links.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_653" style="width: 727px"&gt;&lt;a href="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9628249541_81308bae87_b.jpg"&gt;&lt;img alt="Credit: Mikel Maron" aria-describedby="caption-attachment-653" class="wp-image-653" decoding="async" height="538" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 717px) 100vw, 717px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9628249541_81308bae87_b.jpg" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9628249541_81308bae87_b.jpg 1024w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9628249541_81308bae87_b-300x225.jpg 300w" width="717"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-653"&gt;Credito: Mikel Maron&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Abra o arquivo GeoJSON que você baixou do Overpass Turbo no seu editor de texto. Copie todo o conteúdo e cole na primeira caixa de texto. &lt;strong&gt;Clique aqui para executar&lt;/strong&gt;, depois em &lt;strong&gt;Download groomed-geojson.json&lt;/strong&gt;. Preste atenção na localização do arquivo GeoJSON, pois vamos precisar no passo final.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="faca-um-mapa-com-tilemill"&gt;&lt;a href="#faca-um-mapa-com-tilemill"&gt;Faça um Mapa com TileMill&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O que você precisa: GeoJSON modificado pelo GeoJSON Flickr Groomer.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O que você terá: Um mapa interativo (finalmente!)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Saiba mais: &lt;a href="https://www.mapbox.com/tilemill/docs/crashcourse/introduction/" target="_blank"&gt;TileMill Crash Course&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://www.mapbox.com/help/#help-mapbox" target="_blank"&gt;MapBox Help&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O TileMill é uma ferramenta para desenhar mapas. Ele oferece muitos recursos, então dê uma olhada no Crash Course e outros guias no site do TileMill. &lt;a href="https://www.mapbox.com/tilemill/docs/install" target="_blank"&gt;Instale o TileMill&lt;/a&gt;,inicie e crie um novo projeto; desmarque a opção de dados padrão (&lt;strong&gt;Default&lt;/strong&gt;). Agora, abaixo, à esquerda, clique no botão &lt;strong&gt;Layers&lt;/strong&gt; e depois em &lt;strong&gt;Add Layer&lt;/strong&gt;. No campo &lt;strong&gt;Datasource&lt;/strong&gt;, navegue e encontre o arquivo GeoJSON que baixou do GeoJSON Flickr Groomer. Clique em &lt;strong&gt;Save &amp;amp; Style&lt;/strong&gt; e deve aparecer um mapa com os seus pontos no lado esquerdo da tela. Para aproximar somente da área em que estão os seus dados, abra novamente a caixa de camadas e clique sobre a lente de aumento próxima à camada selecionada.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_654" style="width: 727px"&gt;&lt;a href="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511708544_e5c3d10335_b.jpg"&gt;&lt;img alt="Crédito: Mikel Maron" aria-describedby="caption-attachment-654" class="wp-image-654" decoding="async" height="394" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 717px) 100vw, 717px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511708544_e5c3d10335_b.jpg" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511708544_e5c3d10335_b.jpg 1024w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511708544_e5c3d10335_b-300x164.jpg 300w" width="717"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-654"&gt;Credit: Mikel Maron&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;À direita você verá o CartoCSS, que dá o estilo ao seu mapa. Queremos fazer algumas pequenas mudanças, deixando o fundo transparente (por padrão, é azul-marinho). Aqui está como o CartoCSS aparece:&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;Map {
background-color: transparent;
}

#images {
marker-width:6;
marker-fill:#f45;
marker-line-color:#813;
marker-allow-overlap:true;
}&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;Agora, inclua &lt;strong&gt;Interatividade&lt;/strong&gt; com a caixa de diálogo, que pode ser encontrada ao clicar sobre a pequena mão no kit de ferramenta, na parte inferior esquerda. Clique em &lt;strong&gt;Full&lt;/strong&gt;. Aqui você pode especificar o que aparece quando você clia sobre um ponto. Todas as etiquetas dessas características do OSM estão disponíveis, você as verá na lista na parte de baixo da caixa, na parte “Mustache”. Nós deixamos o conteúdo como o abaixo, para mostrar o nome da característica mais uma foto relacionada.&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;{{{name}}}
&lt;a href="%7B%7B%7Bimage%7D%7D%7D"&gt;&lt;img alt="" decoding="async" src="href%7D%7D%7D"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;O mapa está pronto para ser compartilhado! Registre-se para uma &lt;a href="https://tiles.mapbox.com/signup" target="_blank"&gt;conta gratuita no MapBox&lt;/a&gt;. Depois, de volta ao TileMill, clique na opção &lt;strong&gt;Export-&amp;gt;Upload &lt;/strong&gt;acima, à direita, configure as informações para upload (tente diminuir o tamanho do arquivo que vai subir) e &lt;strong&gt;Upload&lt;/strong&gt;. Você pode ver o progresso do processo de exportar e subir o arquivo, e então terá um link para o mapa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://a.tiles.mapbox.com/v3/groundtruth.map-vx5bbbu4/page.html" target="_blank"&gt;Aqui está o nosso&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="resultados-e-seu-desafio"&gt;&lt;a href="#resultados-e-seu-desafio"&gt;Resultados e seu desafio&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_655" style="width: 727px"&gt;&lt;a href="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511711840_3d97a64423_b.jpg"&gt;&lt;img alt="Crédito: Mikel Maron" aria-describedby="caption-attachment-655" class="wp-image-655" decoding="async" height="365" loading="lazy" sizes="auto, (max-width: 717px) 100vw, 717px" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511711840_3d97a64423_b.jpg" srcset="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511711840_3d97a64423_b.jpg 1024w, https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/08/9511711840_3d97a64423_b-300x152.jpg 300w" width="717"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-655"&gt;Crédito: Mikel Maron&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Então é isso! Para conseguir visualizar o fundo das ruas, você vai precisar mergulhar um pouco mais na configuração de hospedagem do MapBox. &lt;strong&gt;Tente fazê-lo por conta própria com, digamos, 10 imagens. &lt;/strong&gt;Se você tiver qualquer pergunta sobre este guia, sugestões para melhorá-lo, ou simplesmente quiser compartilhar seus resultados, entre em contato. Obrigado!&lt;/p&gt;

		&lt;div class="author-shortcodes"&gt;
			&lt;div class="author-inner"&gt;
				&lt;div class="author-image"&gt;
			&lt;img alt="" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/09/mikel.jpg"/&gt;
			&lt;div class="author-overlay"&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-image --&gt; 
		&lt;div class="author-info"&gt;
			&lt;strong&gt;Mikel Maron&lt;/strong&gt; é programador e geógrafo e trabalha com usos de dados abertos para fins comunitários e humanitários. É co-fundador do Ground Truth Initiative e do projeto Map Kibera. Faz parte do Conselho da OpenStreepMap Foundation e é presidente do Humanitarian OpenStreetMap Team, tendo ajudado a facilitar a resposta da OSM ao terremoto do Haiti. Já viajou muito organizando projetos na Índia, Palestina, Suazilândia e outros destinos. Previamente, foi co-fundador do Mapufacture e trabalhou em plataformas colaborativas, normas de geoweb e suas várias utilizações para uma ampla gama de organizações, da ONU e agências governamentais a coletivos anarquistas hacker.
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-info --&gt;
			&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-inner --&gt;
		&lt;/div&gt;  .author-shortcodes 
&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"/&gt;
&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2013/08/how-to-map-photos-using-openstreetmap-and-tilemill/"&gt;Como mapear fotos utilizando o OpenStreetMap e o TileMill&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</ns4:encoded>
					
		
		
		<ns2:post-id>268</ns2:post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mapeamento por Balão: Como fazer seu satélite de voo raso</title>
		<link>https://geojournalism.org/pt/2013/08/balloon-mapping-how-to-make-your-own-low-flying-satellite/</link>
		
		<dc:creator>Willie Shubert</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2013 21:10:57 +0000</pubDate>
				<category>Crowdsourcing</category>
		<category>Maps</category>
		<category>balloon mapping</category>
		<category>cartography</category>
		<category>map design</category>
		<category>satellite imagery</category>
		<guid isPermaLink="false">https://geojournalism.oeco.org.br/?p=264</guid>

					<description>&lt;p&gt;Mapeamento por bal&amp;#227;o permite que pessoas ou grupos registrem com baixo custo e em forma de mapa eventos em sequ&amp;#234;ncia, de maneira temporariamente precisa e de f&amp;#225;cil compartilhamento.&amp;#160; O que &amp;#233; Mapeamento por Bal&amp;#227;o? Atualmente, imagens a&amp;#233;reas &amp;#8211; fotos que s&amp;#227;o tiradas da superf&amp;#237;cie da Terra &amp;#8211; s&amp;#227;o tipicamente feitas por sat&amp;#233;lites e avi&amp;#245;es. Mas [&amp;#8230;]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2013/08/balloon-mapping-how-to-make-your-own-low-flying-satellite/"&gt;Mapeamento por Balão: Como fazer seu satélite de voo raso&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</description>
										<ns4:encoded>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mapeamento por balão permite que pessoas ou grupos registrem com baixo custo e em forma de mapa eventos em sequência, de maneira temporariamente precisa e de fácil compartilhamento. &lt;span id="more-264"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="o-que-e-mapeamento-por-balao"&gt;&lt;a href="#o-que-e-mapeamento-por-balao"&gt;O que é Mapeamento por Balão?&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="wp-caption alignleft" id="attachment_232" style="width: 310px"&gt;&lt;img alt="" aria-describedby="caption-attachment-232" class="size-medium wp-image-232" decoding="async" height="225" loading="lazy" src="https://dev.cardume.art.br/toolkit/wp-content/uploads/2013/08/Balloon-Mapping-Intro-Image-300x225.jpg" title="Tandem balloon Mapping in a community garden" width="300"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-232"&gt;Crédito: Knowledge Commons DC&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, imagens aéreas – fotos que são tiradas da superfície da Terra – são tipicamente feitas por satélites e aviões. Mas nos dias anteriores a tais invenções, balões e pipas eram ferramentas práticas para se obter uma visão a partir do céu. Por muito tempo, cientistas meteorológicos anexavam sensores de tempo chamados radiossondas para obter medidas de diferentes altitudes. O conceito de mapeamento por balão é bastante simples: fixe uma câmera a algo que voe e tire fotos do chão. Ainda que a ideia de fazer flutuar algo no ar seja mesmo simples, aplicações de alto nível incluem o &lt;a href="https://www.google.com/loon/"&gt;Project Loon&lt;/a&gt; do Google – focado em fornecer Wi-Fi de longo alcance via balão -, e missões de vigilância de longo prazo executadas pelos &lt;a href="https://www.wired.com/dangerroom/2011/10/giant-blimp-dwarfs-truck/" target="_blank"&gt;militares dos Estados Unidos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mapeamento por balão permite que pessoas ou grupos registrem com baixo custo e em forma de mapa eventos em sequência, de maneira temporariamente precisa e de fácil compartilhamento. Este tutorial, feito com a ajuda do &lt;a href="https://publiclab.org/wiki/balloon-mapping"&gt;Public Laboratory&lt;/a&gt;, vai te orientar num processo de construção e implantação de um satélite feito por você mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="quando-e-util"&gt;&lt;a href="#quando-e-util"&gt;Quando é útil?&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Na maioria das vezes, imagens aéreas gratuitas são a melhor escolha de um jornalista quando precisa ilustrar uma reportagem com uma foto tirada do céu. No entanto, imagens de satélite disponibilizadas por empresas como o Google ou o Bing Maps foram tiradas, geralmente, de um a três anos atrás e muitas vezes mostram imagens de inverno, para minimizar áreas cobertas por árvores. Para notícias urgentes, como um desastre natural ou um protesto, conseguir imagens de satélite recentes ou quase em tempo real é essencial e sai caro. Um balão preso a um fio, por outro lado, pode voar a altitudes muito mais baixas e coletar imagens com mais ou menos 3 cm de resolução espacial (3 cm no espaço real equivale a 1 pixel), em contraste com os 50 cm, em média, do Google Earth, e dos 250 m das imagens de satélite do LANDSAT.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Mapeamento por balão e pipa é uma ferramenta conveniente quando você precisa de imagens de alta resolução e sensíveis ao tempo de uma localidade potencialmente problemática. Esse tipo de técnica já foi utilizada para documentar os efeitos do vazamento de petróleo na explosão da plataforma Deepwater Horizon, em 2011, o tamanho dos protestos Occupy Wall Street e para contestar mapas oficiais de Lima, no Peru, que deixavam moradores de assentamentos informais de fora do mapa oficial da cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o Public Laboratory, mapas podem ser usados por aqueles no poder para controlar narrativas territoriais. “O mapeamento de base tenta inverter essa dinâmica usando os mapas como uma maneira de comunicação e a comprovação de uma definição alternativa e sugerida pela comunidade do que é um território”.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="materiais-necessarios"&gt;&lt;a href="#materiais-necessarios"&gt;Materiais Necessários&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A engenharia de um equipamento de balão de mapeamento é muito simples e intuitiva. Os materiais – exceto pelo gás hélio – podem ser conseguidos de maneira relativamente barata (cerca de US$ 150 iniciais) e podem ser reutilizados. Os materiais básicos incluem uma câmera fotográfica compacta com modo contínuo, um balão meteorológico, linha resistente e leve (de pipa ou de pesca) com carretel, elásticos, uma garrafa de plástico, cabinhos para prender (zip ties) e fita adesiva. Outros modelos incluem materiais como cobertores térmicos ao invés do balão e latinhas de lixo para abrigar a câmera. O Public Laboratory &lt;a href="https://store.publiclab.org/products/balloon-mapping-kit" target="_blank"&gt;vende um kit&lt;/a&gt; que contém a maioria dos materiais necessários, mas você próprio também pode conseguir os seus.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_229" style="width: 310px"&gt;&lt;img alt="Crédito: Public Labratory" aria-describedby="caption-attachment-229" class="size-medium wp-image-229" decoding="async" height="300" loading="lazy" src="https://dev.cardume.art.br/toolkit/wp-content/uploads/2013/08/Balloon-Mapping-Kit-300x300.jpg" width="300"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-229"&gt;Crédito: Public Laboratory&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Além dos materiais listados no kit da foto acima, você precisa de uma câmera boa e barata que tenha o modo contínuo para tirar fotos. O modo contínuo (ou de explosão) da câmera é vital, já que você quer coletar muitas imagens enquanto o equipamento voa e esse ajuste permite isso. Você encontra uma lista de câmeras que podem servir &lt;a href="https://publiclab.org/wiki/camera-selection" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Suportes físicos e digitais que garantam fotografia contínua serão abordados no próximo passo, de preparação para voo e construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você também vai precisar de gás hélio para encher o balão e fazê-lo voar. Hélio é mais leve do que o ar, então ele flutua para atingir o equilíbrio. O tamanho do balão e a quantidade de hélio que você usar determina quanto de peso o balão vai conseguir levantar. O balão de 2 m de diâmetro do kit do Public Lab consegue carregar 3.288,5 g. Você precisa levar em consideração todo o peso do seu equipamento para garantir que o equipamento vai voar. Para outros tamanhos de balão, &lt;a href="https://www.chem.hawaii.edu/uham/lift.html" target="_blank"&gt;essas tabelas&lt;/a&gt; com as propriedades físicas de gases mais leves que o ar são úteis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Preparação para Voo &amp;amp; Construção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Há dois elementos diferentes que precisam ser preparados antes do equipamento de câmera alçar voo. Primeiro, é necessário pesquisar o lugar que você vai mapear, incluindo os regulamentos sobre voo de balão preso a um fio e a geografia da região. Fazer um reconhecimento prévio do lugar pode ajudar a identificar potenciais obstáculos como árvores/cabos de eletricidade e a dar uma ideia das condições climáticas locais. Em segundo lugar, você precisar reunir e montar os componentes do equipamento de mapeamento por balão.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Quando pesquisar a área que você pretende mapear, é uma boa ideia visitá-la antes do voo. Conte para as pessoas que vivem nessa área que você vai estar lá, imprima um mapa de satélite da região para fazer anotações e, mais importante de tudo, pesquise as regras governamentais que se aplicam. Nos Estados Unidos, voos de balões presos a um fio são regulamentados pela Administração Federal de Aviação (Federal Aviation Administration – FAA), que tem regras a respeito do tamanho do balão, quanto de peso pode transportar e a altura máxima que pode atingir sem precisar de permissão explícita do governo.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Condições meteorológicas locais são muito importante, já que vento nas altitudes pode dificultar muito a captação de imagens nítidas por uma câmera estável. Em tais condições, uma &lt;a href="https://www.publiclab.org/wiki/kite-mapping" target="_blank"&gt;pipa deve ter melhor rendimento&lt;/a&gt;. Lembre-se de não colocar para voar nada que você não se importe de perder.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Uma vez que você decidiu o que vai mapear e pesquisou a área e as regras sobre o voo, você pode montar os materiais. Depois de selecionar e testar a câmera no modo contínuo, pode construir uma capa leve de proteção contra quedas e para dar mais estabilidade. A opção mais barata é &lt;a href="https://www.publiclab.org/wiki/pet-bottle-rubber-band-rig" target="_blank"&gt;fazer esse abrigo com garrafa PET&lt;/a&gt; e elásticos.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Vídeo e imagens cedidos pelo Public Laboratory:&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_230" style="width: 310px"&gt;&lt;img alt="Credit: Matthew Lippincott, Public Laboratory" aria-describedby="caption-attachment-230" class="size-medium wp-image-230" decoding="async" height="225" loading="lazy" src="https://dev.cardume.art.br/toolkit/wp-content/uploads/2013/08/Balloon-Mapping_PET-bottle-image-300x225.jpg" width="300"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-230"&gt;Crédito: Matthew Lippincott, Public Laboratory&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/t96Za2l0VjU" style="margin: 0 auto;" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Agora que você tem o seu equipamento pronto, é hora de encher o balão (isso pode ser feito no local de lançamento ou, se a logística permitir, antes). Ter mais uma pessoa na equipe realmente ajuda nessa hora, já que o balão vai ser inflado bastante grande e precisa ser segurado. Uma pessoa deve encher o balão e a outra deve segurá-lo firme enquanto isso, para garantir que ele não vai voar ou encostar em algo pontudo.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Com o balão cheio em mãos, é hora de anexar o abrigo da câmera. A maneira mais simples de fazer isso é anexar o clipe rotatório que vem no kit ao fio do balão. Se não tiver esses clipes, você também pode usar um pedaço de linha para amarrar o equipamento à base do balão, mas confira se está bem preso para não cair.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A peça final do quebra-cabeça antes de voar é posicionar a câmera dentro do seu abrigo com o modo contínuo ativado. Dependendo do tipo de câmera que você tiver, pode tanto acionar o botão do obturador com um pedaço de papelão e um elástico ou pode habilitar o modo de fotografar por frame da sua câmera, utilizando uma característica já existente ou (se você tem uma câmera portátil da Canon e está tecnicamente disposto) adicionar o &lt;a href="https://chdk.wikia.com/wiki/CHDK_1.2.0_User_Manual"&gt;Canon Hack Develoo Kit&lt;/a&gt; (CHDK) no seu cartão SD.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="pilotagem-estabilizacao"&gt;&lt;a href="#pilotagem-estabilizacao"&gt;Pilotagem &amp;amp; Estabilização&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="wp-caption alignright" id="attachment_231" style="width: 310px"&gt;&lt;img alt="Azmuth Illustration" aria-describedby="caption-attachment-231" class="size-medium wp-image-231" decoding="async" height="225" loading="lazy" src="https://dev.cardume.art.br/toolkit/wp-content/uploads/2013/08/Azmuth-Illustration-300x225.jpg" width="300"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-231"&gt;Crédito: Public Laboratory&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Uma vez que o seu equipamento de balão está pronto e tirando fotos, faça-o voar! Este passo é quando começa a diversão e a sutileza. Você pode controlar a altura do balão usando o carretel que está segurando a linha. Quanto mais linha você liberar, mais alto o balão pode voar. Quanto mais curto o fio, mais próximo do solo estará o balão. A experiência é mais ou menos como pescar no céu. A altitude do balão é importante porque fotos de alturas semelhantes podem ser colocadas juntas para criar uma imagem equivalente a um determinado nível de zoom num mapa.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Num primeiro momento, você mantém o seu balão em uma altitude baixa e caminha pela área que quer mapear. A altura do balão é, grosseiramente falando, equivalente à área do solo que você está mapeando, então um balão que esteja a 10 m de altura vai captar cerca de 10 metros quadrados. Caminhar num ritmo determinado, ou transversalmente, vai garantir que você capture toda a área de solo que deseja.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Uma vez que você capturou uma série de imagens a partir de uma altura determinada, dê mais linha ao balão e deixe que voe mais alto. Quanto mais alto estiver, mais vai capturar (mas com menos resolução). Você pode repetir esse processo quantas vezes desejar. O único fator limitante é o tamanho da linha, o tamanho do disco na câmera e a duração da bateria.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Conforme você caminha pela sua área, é importante observar a estabilidade do seu equipamento. As melhores imagens são capturadas quando o equipamento está estável e apontando em 90o em relação ao solo. Um equipamento que esteja balançando é um mau sinal, já que imagens em ângulo terão que ser alongadas para formar um mapa plano e planimétrico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Técnicas para maximizar a estabilidade são tratadas como possibilidade de experimentos dentro da comunidade de mapeamento por balão. Algumas soluções simples incluem colocar mais linhas no balão para aumentar a tensão e reduzir a influência do vento. As técnicas funcionam bem para mapeamento por balão em baixas altitudes, mas são difíceis quando o balão está mais alto. Também é necessário que os dois pilotos do balão praticamente coordenem uma dança. Uma solução mais intrínseca é o sistema &lt;a href="https://www.publiclab.org/wiki/picavet-rigging" target="_blank"&gt;picavet&lt;/a&gt; de estabilização. É mais pesado e exige alguma habilidade, mas funciona bem, principalmente para mapeadores com câmeras high-end.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="processamento-de-imagem"&gt;&lt;a href="#processamento-de-imagem"&gt;Processamento de Imagem&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;img alt="Crédito: Public Labratory" class="aligncenter" decoding="async" height="481" loading="lazy" src="https://dev.cardume.art.br/toolkit/wp-content/uploads/2013/08/MapMill-Good-Image-Chart.png" width="353"/&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Este passo é quando suas fotos se tornam um mapa. Dependendo do tempo que o seu balão voou, você terá muitas imagens e grande parte delas não vai estar nítida o suficiente para ser usada. As melhores imagens são claras, sem distorções por estarem tremidas ou superexpostas e foram tiradas verticalmente, diretamente contra o solo. Também ajuda priorizar boas imagens que cubram a maior área possível.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Você pode selecionar as fotos no seu computador utilizando um programa de visualização de imagens ou pode fazer o download de uma cópia do &lt;a href="https://mapmill.org/"&gt;MapMill&lt;/a&gt;, para permitir que a comunidade do Public Lab identifique imagens úteis.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_233" style="width: 400px"&gt;&lt;img alt="Map Stiching Example" aria-describedby="caption-attachment-233" class="wp-image-233" decoding="async" height="221" loading="lazy" src="https://dev.cardume.art.br/toolkit/wp-content/uploads/2013/08/Map-Stiching-Example.gif" width="390"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text" id="caption-attachment-233"&gt;Crédito: Sam Pepple, Sample Cartography&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Assim que você selecionar um grupo de imagens que possam ser usadas, pode dar início ao processo de costurá-las e formar um mapa maior. Isso pode ser feito com um programa de processamento de imagem, como o Adobe Photoshop, ou usando o editor MapKnitter, do Public Lab, disponível na internet. O MapKnitter te permite subir, sobrepor, esticar ou redimensionar suas fotos tendo como referência a visão de um mapa de satélite do Google Maps.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/NOikqxIIFBc" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Utilizando o MapKnitter, você também terá acesso a muitas ferramentas disponíveis para exportar e compartilhar com o mundo os mapas que acabou de fazer.&lt;/p&gt;

		&lt;div class="author-shortcodes"&gt;
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				&lt;div class="author-image"&gt;
			&lt;img alt="" src="https://photos1.meetupstatic.com/photos/member/2/7/7/f/member_18490111.jpeg"/&gt;
			&lt;div class="author-overlay"&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-image --&gt; 
		&lt;div class="author-info"&gt;
			&lt;strong&gt;Willie Shubert&lt;/strong&gt; é o Coordenador Sênior de Projetos no Internews’ Earth Journalism Network. Como coordenador de uma equipe global de jornalistas ambientais, Willie ajuda a elaborar ferramentas que permitam a conexão entre pessoas, encontra apoio material e amplifica histórias locais para audiências globais. Em seu cargo anterior, na revista National Geographic, coordenou as traduções da revista junto aos seus 32 parceiros locais. Formou-se em Geografia pela Humboldt State University, com foco em cartografia, economia ambiental e estudos chineses. Além do trabalho, dedica seu tempo ao desenvolvimento de uma escola gratuita dedicada a construção de comunidades através da educação, a mapas colaborativos e a projetos de áudio.
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-info --&gt;
			&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-inner --&gt;
		&lt;/div&gt;  .author-shortcodes 
&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"/&gt;
&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2013/08/balloon-mapping-how-to-make-your-own-low-flying-satellite/"&gt;Mapeamento por Balão: Como fazer seu satélite de voo raso&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</ns4:encoded>
					
		
		
		<ns2:post-id>264</ns2:post-id>	</item>
		<item>
		<title>Escolha o tipo certo de mapa para a sua reportagem</title>
		<link>https://geojournalism.org/pt/2013/08/map-styles/</link>
		
		<dc:creator>Gustavo Faleiros</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 15:25:53 +0000</pubDate>
				<category>Design</category>
		<category>Maps</category>
		<category>Visualization</category>
		<category>map design</category>
		<category>maps</category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.cardume.art.br/toolkit/?p=179</guid>

					<description>&lt;p&gt;Introduc&amp;#227;o A maioria das bases de dados dispon&amp;#237;veis apresenta algum elemento de localiza&amp;#231;&amp;#227;o. De acordo com funcion&amp;#225;rios que trabalham com o portal de dados abertos do governo dos Estados Unidos, cerca de 90% de seus dados cont&amp;#234;m informa&amp;#231;&amp;#227;o geogr&amp;#225;fica, variando de nomes de ruas a coordenadas precisas. Neste tutorial, vamos mostrar os diferentes tipos de [&amp;#8230;]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2013/08/map-styles/"&gt;Escolha o tipo certo de mapa para a sua reportagem&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</description>
										<ns4:encoded>&lt;h2 class="summary-item" id="introducao"&gt;&lt;a href="#introducao"&gt;Introducão&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A maioria das bases de dados disponíveis apresenta algum elemento de localização. De acordo com funcionários que trabalham com o portal de dados abertos do governo dos Estados Unidos, cerca de 90% de seus dados contêm informação geográfica, variando de nomes de ruas a coordenadas precisas. Neste tutorial, vamos mostrar os diferentes tipos de mapa que você pode usar para transmitir informação e permitir que os usuários interajam e explorem os dados ambientais que você reuniu para sustentar a sua reportagem.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="pontos-de-interesse"&gt;&lt;a href="#pontos-de-interesse"&gt;Pontos de Interesse&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Pontos de interesse (do inglês Points of Interest) são o símbolo mais simples usados para produzir mapas. Você pode simplesmente pontuar o seu mapa com uma localidade específica que gostaria de destacar ou pode incluir vários pontos, ícones ou diversas localidades para representar os seus dados.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;No exemplo abaixo, feito no &lt;a href="https://geojournalism.org/tools/fusion-tables/" title="Fusion Tables"&gt;Google Fusion Tables&lt;/a&gt;, espécies de borboletas foram mapeadas na Costa Rica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="no" height="350" loading="lazy" scrolling="no" src="https://www.google.com/fusiontables/embedviz?q=select+col12+from+1yooILLPC5cFA9y2TEedmBkHA8aO-JbpbcXsBeq4&amp;amp;viz=MAP&amp;amp;h=false&amp;amp;lat=10.901887452028856&amp;amp;lng=-85.40865571411138&amp;amp;t=1&amp;amp;z=10&amp;amp;l=col12&amp;amp;y=2&amp;amp;tmplt=2" width="820"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="mapas-de-poligonos"&gt;&lt;a href="#mapas-de-poligonos"&gt;Mapas de Polígonos&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Esses mapas são úteis quando áreas, fronteiras, formatos ou limites precisam ser mostrados. Um exemplo clássico é o mapa de fronteiras mundiais ou um mapa que representa diferentes domínios naturais em uma área protegida.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 692px"&gt;&lt;img alt="" decoding="async" height="477" loading="lazy" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e4/Last_glacial_vegetation_map.png" width="682"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Mapa da Vegetação Mundial com dados do Centro Nacional de Dados Geofísicos. Imagem cedida pelo Wikimedia Commons.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="mapas-de-calor"&gt;&lt;a href="#mapas-de-calor"&gt;Mapas de Calor&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Quando uma concentração de acontecimentos ou pontos de interesse acontecem no mesmo lugar, é possível agrupar áreas usando um valor médio sobre uma região. Também conhecidos como mapas de isolinhas, e usados geralmente para visualização de dados climáticos, mapas de “calor” podem ser utilizados para verificar concentrações intensas particularmente evidentes nos seus dados.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O exemplo abaixo mostra os pontos importantes de biodiversidade ao redor do mundo medindo a densidade de biomassa.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"&gt;&lt;img alt="" class="" decoding="async" height="473" loading="lazy" src="https://e360.yale.edu/images/slideshows/gallery_ncsu_biodiversity_hotspots_global.jpg" width="800"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;As áreas vermelhas representam aquelas com maior densidade de espécies e os territórios azuis, com a menor. Imagem cedida pela Saving Species 2012.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="mapa-de-bolhas"&gt;&lt;a href="#mapa-de-bolhas"&gt;Mapa de Bolhas&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Este tipo de mapa é semelhante ao mapa de pontos, com a diferença que você pode dimensionar o tamanho dos pontos de acordo com valores numéricos, criando a aparência de uma bolha para chamar atenção para eventos num determinado lugar. Esse estilo de mapa também é conhecido como mapa de “símbolos graduados”, já que os símbolos que apresenta não se limitam a círculos.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;No exemplo seguinte, as localidades de incêndios em florestas está organizado de acordo com o número de eventos. Este mapa foi produzido no &lt;a href="https://geojournalism.org/tools/tableau-public-software/" title="Tableau"&gt;Tableau Public Software&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 692px"&gt;&lt;img alt="" decoding="async" height="538" loading="lazy" src="https://www.tableausoftware.com/public/sites/default/files/Bubble%20Map%20Forest%20Fires.png" width="682"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;O tamanho das bolhas sobre o mapa representa a quantidade de acres queimados, mostrando que a Costa Oeste dos Estados Unidos é mais afetada ao longo de um período de 10 anos. Imagem cedida pela Tableau Public.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="mapa-coropletico"&gt;&lt;a href="#mapa-coropletico"&gt;Mapa Coroplético&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Colorir polígonos tais como fronteiras de um país de acordo com valores representados no mapa é o chamado &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_coropl%C3%A9tico" target="_blank" title="Mapa Coroplético na Wikipedia BR"&gt;mapa coroplético&lt;/a&gt;. Este formato clássico de cartografia deve ser o estilo de mapa mais reconhecido. Mapas políticos, como os que mostram as divisões entre Republicanos e Democratas nos Estados Unidos, estão em todos os programas de TV e jornais. Mas há muitas outras maneiras de utilizar esse tipo de mapa. Um deles é fazer uso de uma graduação que siga um intervalo numérico. Para selecionar as cores, nós recomendamos a ferramenta &lt;a href="https://geojournalism.org/tools/color-brewer/" title="Color Brewer"&gt;Color Brewer&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui há um exemplo de um coroplético feito no projeto InfoAmazonia, que mostra a quantidade de cabeça de gado por município no Norte do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="480" loading="lazy" src="https://infoamazonia.org/en/embed/?no_stories=1&amp;amp;map_id=2530&amp;amp;width=820&amp;amp;height=480&amp;amp;lat=-7.710991655433229&amp;amp;lon=-59.23828124999999&amp;amp;zoom=5" width="820"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="cartograma"&gt;&lt;a href="#cartograma"&gt;Cartograma&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Um cartograma distorce o tamanho das formas no mapa de acordo com os valores que elas representam. O exemplo abaixo dá um novo formato ao tamanho dos países de acordo com sua emissão de carbono. Como é possível verificar de imediato, os Estados Unidos e a China estão realmente inchados, enquanto o continente africano quase desaparece por inteiro.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 690px"&gt;&lt;img alt="" decoding="async" src="https://www.viewsoftheworld.net/wp-content/uploads/2010/11/CarbonEmissionMap_2009.jpg" width="680"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Mapa originalmente publicado em &lt;a href="https://www.viewoftheworld.net"&gt;www.viewoftheworld.net&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;

		&lt;div class="author-shortcodes"&gt;
			&lt;div class="author-inner"&gt;
				&lt;div class="author-image"&gt;
			&lt;img alt="" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/09/gustavo-faleiros.jpg"/&gt;
			&lt;div class="author-overlay"&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-image --&gt; 
		&lt;div class="author-info"&gt;
			&lt;strong&gt;Gustavo Faleiros&lt;/strong&gt; é Jornalista formado pela PUC-SP com mestrado em Política Ambiental pelo King´s College da Universidade de Londres. Trabalhou como repórter da editoria Brasil do jornal Valor Ecônomico de 2001-2004 e, entre os 2006 e 2011, atuou como correspondente em Brasília e editor do site O Eco, onde foi responsável pelo lançamento dos projeto &lt;a href="https://www.oecoamazonia.com/"&gt;oecoAmazonia&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://www.oeco.com.br/geonoticia"&gt;Geonotícias&lt;/a&gt;. Em 2012 lançou o projeto &lt;a href="https://www.mapascoletivos.com.br/"&gt;mapasColetivos&lt;/a&gt; com apoio do Instituto Claro e parceria com a jornalista Juliana Mori.  Atualmente, como bolsista Knight pelo ICFJ trabalha no portal de dados &lt;a href="https://infoamazonia.org/" target="_blank"&gt;InfoAmazonia&lt;/a&gt;, que reune mapas interativos com reportagens nos 9 países da floresta tropical.
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-info --&gt;
			&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-inner --&gt;
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&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"/&gt;
&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2013/08/map-styles/"&gt;Escolha o tipo certo de mapa para a sua reportagem&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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