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	<title>maps Archives - geojournalism.org</title>
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	<description>As melhores ferramentas para reportagem multimídia</description>
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		<title>Escolha o tipo certo de mapa para a sua reportagem</title>
		<link>https://geojournalism.org/pt/2013/08/map-styles/</link>
		
		<dc:creator>Gustavo Faleiros</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 15:25:53 +0000</pubDate>
				<category>Design</category>
		<category>Maps</category>
		<category>Visualization</category>
		<category>map design</category>
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					<description>&lt;p&gt;Introduc&amp;#227;o A maioria das bases de dados dispon&amp;#237;veis apresenta algum elemento de localiza&amp;#231;&amp;#227;o. De acordo com funcion&amp;#225;rios que trabalham com o portal de dados abertos do governo dos Estados Unidos, cerca de 90% de seus dados cont&amp;#234;m informa&amp;#231;&amp;#227;o geogr&amp;#225;fica, variando de nomes de ruas a coordenadas precisas. Neste tutorial, vamos mostrar os diferentes tipos de [&amp;#8230;]&lt;/p&gt;
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</description>
										<ns4:encoded>&lt;h2 class="summary-item" id="introducao"&gt;&lt;a href="#introducao"&gt;Introducão&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A maioria das bases de dados disponíveis apresenta algum elemento de localização. De acordo com funcionários que trabalham com o portal de dados abertos do governo dos Estados Unidos, cerca de 90% de seus dados contêm informação geográfica, variando de nomes de ruas a coordenadas precisas. Neste tutorial, vamos mostrar os diferentes tipos de mapa que você pode usar para transmitir informação e permitir que os usuários interajam e explorem os dados ambientais que você reuniu para sustentar a sua reportagem.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="pontos-de-interesse"&gt;&lt;a href="#pontos-de-interesse"&gt;Pontos de Interesse&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Pontos de interesse (do inglês Points of Interest) são o símbolo mais simples usados para produzir mapas. Você pode simplesmente pontuar o seu mapa com uma localidade específica que gostaria de destacar ou pode incluir vários pontos, ícones ou diversas localidades para representar os seus dados.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;No exemplo abaixo, feito no &lt;a href="https://geojournalism.org/tools/fusion-tables/" title="Fusion Tables"&gt;Google Fusion Tables&lt;/a&gt;, espécies de borboletas foram mapeadas na Costa Rica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="no" height="350" scrolling="no" src="https://www.google.com/fusiontables/embedviz?q=select+col12+from+1yooILLPC5cFA9y2TEedmBkHA8aO-JbpbcXsBeq4&amp;amp;viz=MAP&amp;amp;h=false&amp;amp;lat=10.901887452028856&amp;amp;lng=-85.40865571411138&amp;amp;t=1&amp;amp;z=10&amp;amp;l=col12&amp;amp;y=2&amp;amp;tmplt=2" width="820"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="mapas-de-poligonos"&gt;&lt;a href="#mapas-de-poligonos"&gt;Mapas de Polígonos&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Esses mapas são úteis quando áreas, fronteiras, formatos ou limites precisam ser mostrados. Um exemplo clássico é o mapa de fronteiras mundiais ou um mapa que representa diferentes domínios naturais em uma área protegida.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 692px"&gt;&lt;img alt="" decoding="async" fetchpriority="high" height="477" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e4/Last_glacial_vegetation_map.png" width="682"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Mapa da Vegetação Mundial com dados do Centro Nacional de Dados Geofísicos. Imagem cedida pelo Wikimedia Commons.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="mapas-de-calor"&gt;&lt;a href="#mapas-de-calor"&gt;Mapas de Calor&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Quando uma concentração de acontecimentos ou pontos de interesse acontecem no mesmo lugar, é possível agrupar áreas usando um valor médio sobre uma região. Também conhecidos como mapas de isolinhas, e usados geralmente para visualização de dados climáticos, mapas de “calor” podem ser utilizados para verificar concentrações intensas particularmente evidentes nos seus dados.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O exemplo abaixo mostra os pontos importantes de biodiversidade ao redor do mundo medindo a densidade de biomassa.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"&gt;&lt;img alt="" class="" decoding="async" height="473" src="https://e360.yale.edu/images/slideshows/gallery_ncsu_biodiversity_hotspots_global.jpg" width="800"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;As áreas vermelhas representam aquelas com maior densidade de espécies e os territórios azuis, com a menor. Imagem cedida pela Saving Species 2012.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="mapa-de-bolhas"&gt;&lt;a href="#mapa-de-bolhas"&gt;Mapa de Bolhas&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Este tipo de mapa é semelhante ao mapa de pontos, com a diferença que você pode dimensionar o tamanho dos pontos de acordo com valores numéricos, criando a aparência de uma bolha para chamar atenção para eventos num determinado lugar. Esse estilo de mapa também é conhecido como mapa de “símbolos graduados”, já que os símbolos que apresenta não se limitam a círculos.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;No exemplo seguinte, as localidades de incêndios em florestas está organizado de acordo com o número de eventos. Este mapa foi produzido no &lt;a href="https://geojournalism.org/tools/tableau-public-software/" title="Tableau"&gt;Tableau Public Software&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 692px"&gt;&lt;img alt="" decoding="async" height="538" loading="lazy" src="https://www.tableausoftware.com/public/sites/default/files/Bubble%20Map%20Forest%20Fires.png" width="682"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;O tamanho das bolhas sobre o mapa representa a quantidade de acres queimados, mostrando que a Costa Oeste dos Estados Unidos é mais afetada ao longo de um período de 10 anos. Imagem cedida pela Tableau Public.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="mapa-coropletico"&gt;&lt;a href="#mapa-coropletico"&gt;Mapa Coroplético&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Colorir polígonos tais como fronteiras de um país de acordo com valores representados no mapa é o chamado &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_coropl%C3%A9tico" target="_blank" title="Mapa Coroplético na Wikipedia BR"&gt;mapa coroplético&lt;/a&gt;. Este formato clássico de cartografia deve ser o estilo de mapa mais reconhecido. Mapas políticos, como os que mostram as divisões entre Republicanos e Democratas nos Estados Unidos, estão em todos os programas de TV e jornais. Mas há muitas outras maneiras de utilizar esse tipo de mapa. Um deles é fazer uso de uma graduação que siga um intervalo numérico. Para selecionar as cores, nós recomendamos a ferramenta &lt;a href="https://geojournalism.org/tools/color-brewer/" title="Color Brewer"&gt;Color Brewer&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui há um exemplo de um coroplético feito no projeto InfoAmazonia, que mostra a quantidade de cabeça de gado por município no Norte do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="480" loading="lazy" src="https://infoamazonia.org/en/embed/?no_stories=1&amp;amp;map_id=2530&amp;amp;width=820&amp;amp;height=480&amp;amp;lat=-7.710991655433229&amp;amp;lon=-59.23828124999999&amp;amp;zoom=5" width="820"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="summary-item" id="cartograma"&gt;&lt;a href="#cartograma"&gt;Cartograma&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Um cartograma distorce o tamanho das formas no mapa de acordo com os valores que elas representam. O exemplo abaixo dá um novo formato ao tamanho dos países de acordo com sua emissão de carbono. Como é possível verificar de imediato, os Estados Unidos e a China estão realmente inchados, enquanto o continente africano quase desaparece por inteiro.&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption aligncenter" style="width: 690px"&gt;&lt;img alt="" decoding="async" src="https://www.viewsoftheworld.net/wp-content/uploads/2010/11/CarbonEmissionMap_2009.jpg" width="680"/&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Mapa originalmente publicado em &lt;a href="https://www.viewoftheworld.net"&gt;www.viewoftheworld.net&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;

		&lt;div class="author-shortcodes"&gt;
			&lt;div class="author-inner"&gt;
				&lt;div class="author-image"&gt;
			&lt;img alt="" src="https://geojournalism.org/wp-content/uploads/2013/09/gustavo-faleiros.jpg"/&gt;
			&lt;div class="author-overlay"&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-image --&gt; 
		&lt;div class="author-info"&gt;
			&lt;strong&gt;Gustavo Faleiros&lt;/strong&gt; é Jornalista formado pela PUC-SP com mestrado em Política Ambiental pelo King´s College da Universidade de Londres. Trabalhou como repórter da editoria Brasil do jornal Valor Ecônomico de 2001-2004 e, entre os 2006 e 2011, atuou como correspondente em Brasília e editor do site O Eco, onde foi responsável pelo lançamento dos projeto &lt;a href="https://www.oecoamazonia.com/"&gt;oecoAmazonia&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://www.oeco.com.br/geonoticia"&gt;Geonotícias&lt;/a&gt;. Em 2012 lançou o projeto &lt;a href="https://www.mapascoletivos.com.br/"&gt;mapasColetivos&lt;/a&gt; com apoio do Instituto Claro e parceria com a jornalista Juliana Mori.  Atualmente, como bolsista Knight pelo ICFJ trabalha no portal de dados &lt;a href="https://infoamazonia.org/" target="_blank"&gt;InfoAmazonia&lt;/a&gt;, que reune mapas interativos com reportagens nos 9 países da floresta tropical.
		&lt;/div&gt; &lt;!-- .author-info --&gt;
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&lt;p&gt;The post &lt;a href="https://geojournalism.org/pt/2013/08/map-styles/"&gt;Escolha o tipo certo de mapa para a sua reportagem&lt;/a&gt; appeared first on &lt;a href="https://geojournalism.org/pt"&gt;geojournalism.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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