{"id":264,"date":"2013-08-14T21:10:57","date_gmt":"2013-08-14T21:10:57","guid":{"rendered":"https:\/\/geojournalism.oeco.org.br\/?p=264"},"modified":"2014-11-14T19:47:33","modified_gmt":"2014-11-14T19:47:33","slug":"balloon-mapping-how-to-make-your-own-low-flying-satellite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/geojournalism.org\/pt\/2013\/08\/balloon-mapping-how-to-make-your-own-low-flying-satellite\/","title":{"rendered":"Mapeamento por Bal\u00e3o: Como fazer seu sat\u00e9lite de voo raso"},"content":{"rendered":"<!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"http:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\">\n<html><body><p><\/p>\n<p><\/p><p>Mapeamento por bal&atilde;o permite que pessoas ou grupos registrem com baixo custo e em forma de mapa eventos em sequ&ecirc;ncia, de maneira temporariamente precisa e de f&aacute;cil compartilhamento.&nbsp;<!--more--><\/p>\n<h2 id=\"o-que-e-mapeamento-por-balao\" class=\"summary-item\"><a href=\"#o-que-e-mapeamento-por-balao\">O que &eacute; Mapeamento por Bal&atilde;o?<\/a><\/h2>\n<div id=\"attachment_232\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-232\" class=\"size-medium wp-image-232 \" title=\"Tandem balloon Mapping in a community garden\" alt=\"\" src=\"https:\/\/dev.cardume.art.br\/toolkit\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/Balloon-Mapping-Intro-Image-300x225.jpg\" width=\"300\" height=\"225\"><p id=\"caption-attachment-232\" class=\"wp-caption-text\">Cr&eacute;dito: Knowledge Commons DC<\/p><\/div>\n<p>Atualmente, imagens a&eacute;reas &ndash; fotos que s&atilde;o tiradas da superf&iacute;cie da Terra &ndash; s&atilde;o tipicamente feitas por sat&eacute;lites e avi&otilde;es. Mas nos dias anteriores a tais inven&ccedil;&otilde;es, bal&otilde;es e pipas eram ferramentas pr&aacute;ticas para se obter uma vis&atilde;o a partir do c&eacute;u. Por muito tempo, cientistas meteorol&oacute;gicos anexavam sensores de tempo chamados radiossondas para obter medidas de diferentes altitudes. O conceito de mapeamento por bal&atilde;o &eacute; bastante simples: fixe uma c&acirc;mera a algo que voe e tire fotos do ch&atilde;o. Ainda que a ideia de fazer flutuar algo no ar seja mesmo simples, aplica&ccedil;&otilde;es de alto n&iacute;vel incluem o&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.google.com\/loon\/\">Project Loon<\/a>&nbsp;do Google &ndash; focado em fornecer Wi-Fi de longo alcance via bal&atilde;o -, e miss&otilde;es de vigil&acirc;ncia de longo prazo executadas pelos <a href=\"https:\/\/www.wired.com\/dangerroom\/2011\/10\/giant-blimp-dwarfs-truck\/\" target=\"_blank\">militares dos Estados Unidos<\/a>.<\/p>\n<p>Mapeamento por bal&atilde;o permite que pessoas ou grupos registrem com baixo custo e em forma de mapa eventos em sequ&ecirc;ncia, de maneira temporariamente precisa e de f&aacute;cil compartilhamento. Este tutorial, feito com a ajuda do&nbsp;<a href=\"https:\/\/publiclab.org\/wiki\/balloon-mapping\">Public Laboratory<\/a>, vai te orientar num processo de constru&ccedil;&atilde;o e implanta&ccedil;&atilde;o de um sat&eacute;lite feito por voc&ecirc; mesmo.<\/p>\n<h2 id=\"quando-e-util\" class=\"summary-item\"><a href=\"#quando-e-util\">Quando &eacute; &uacute;til?<\/a><\/h2>\n<p dir=\"ltr\">Na maioria das vezes, imagens a&eacute;reas gratuitas s&atilde;o a melhor escolha de um jornalista quando precisa ilustrar uma reportagem com uma foto tirada do c&eacute;u. No entanto, imagens de sat&eacute;lite disponibilizadas por empresas como o Google ou o Bing Maps foram tiradas, geralmente, de um a tr&ecirc;s anos atr&aacute;s e muitas vezes mostram imagens de inverno, para minimizar &aacute;reas cobertas por &aacute;rvores. Para not&iacute;cias urgentes, como um desastre natural ou um protesto, conseguir imagens de sat&eacute;lite recentes ou quase em tempo real &eacute; essencial e sai caro. Um bal&atilde;o preso a um fio, por outro lado, pode voar a altitudes muito mais baixas e coletar imagens com mais ou menos 3 cm de resolu&ccedil;&atilde;o espacial (3 cm no espa&ccedil;o real equivale a 1 pixel), em contraste com os 50 cm, em m&eacute;dia, do Google Earth, e dos 250 m das imagens de sat&eacute;lite do LANDSAT.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mapeamento por bal&atilde;o e pipa &eacute; uma ferramenta conveniente quando voc&ecirc; precisa de imagens de alta resolu&ccedil;&atilde;o e sens&iacute;veis ao tempo de uma localidade potencialmente problem&aacute;tica. Esse tipo de t&eacute;cnica j&aacute; foi utilizada para documentar os efeitos do vazamento de petr&oacute;leo na explos&atilde;o da plataforma Deepwater Horizon, em 2011, o tamanho dos protestos Occupy Wall Street e para contestar mapas oficiais de Lima, no Peru, que deixavam moradores de assentamentos informais de fora do mapa oficial da cidade.<\/p>\n<p>De acordo com o Public Laboratory, mapas podem ser usados por aqueles no poder para controlar narrativas territoriais. &ldquo;O mapeamento de base tenta inverter essa din&acirc;mica usando os mapas como uma maneira de comunica&ccedil;&atilde;o e a comprova&ccedil;&atilde;o de uma defini&ccedil;&atilde;o alternativa e sugerida pela comunidade do que &eacute; um territ&oacute;rio&rdquo;.<\/p>\n<h2 id=\"materiais-necessarios\" class=\"summary-item\"><a href=\"#materiais-necessarios\">Materiais Necess&aacute;rios<\/a><\/h2>\n<p dir=\"ltr\">A engenharia de um equipamento de bal&atilde;o de mapeamento &eacute; muito simples e intuitiva. Os materiais &ndash; exceto pelo g&aacute;s h&eacute;lio &ndash; podem ser conseguidos de maneira relativamente barata (cerca de US$ 150 iniciais) e podem ser reutilizados. Os materiais b&aacute;sicos incluem uma c&acirc;mera fotogr&aacute;fica compacta com modo cont&iacute;nuo, um bal&atilde;o meteorol&oacute;gico, linha resistente e leve (de pipa ou de pesca) com carretel, el&aacute;sticos, uma garrafa de pl&aacute;stico, cabinhos para prender (zip ties) e fita adesiva. Outros modelos incluem materiais como cobertores t&eacute;rmicos ao inv&eacute;s do bal&atilde;o e latinhas de lixo para abrigar a c&acirc;mera. O Public Laboratory <a href=\"https:\/\/store.publiclab.org\/products\/balloon-mapping-kit\" target=\"_blank\">vende um kit<\/a>&nbsp;que cont&eacute;m a maioria dos materiais necess&aacute;rios, mas voc&ecirc; pr&oacute;prio tamb&eacute;m pode conseguir os seus.<\/p>\n<div id=\"attachment_229\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-229\" class=\"size-medium wp-image-229 \" alt=\"Cr&eacute;dito: Public Labratory\" src=\"https:\/\/dev.cardume.art.br\/toolkit\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/Balloon-Mapping-Kit-300x300.jpg\" width=\"300\" height=\"300\"><p id=\"caption-attachment-229\" class=\"wp-caption-text\">Cr&eacute;dito: Public Laboratory<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">Al&eacute;m dos materiais listados no kit da foto acima, voc&ecirc; precisa de uma c&acirc;mera boa e barata que tenha o modo cont&iacute;nuo para tirar fotos. O modo cont&iacute;nuo (ou de explos&atilde;o) da c&acirc;mera &eacute; vital, j&aacute; que voc&ecirc; quer coletar muitas imagens enquanto o equipamento voa e esse ajuste permite isso. Voc&ecirc; encontra uma lista de c&acirc;meras que podem servir&nbsp;<a href=\"https:\/\/publiclab.org\/wiki\/camera-selection\" target=\"_blank\">aqui<\/a>. Suportes f&iacute;sicos e digitais que garantam fotografia cont&iacute;nua ser&atilde;o abordados no pr&oacute;ximo passo, de prepara&ccedil;&atilde;o para voo e constru&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Voc&ecirc; tamb&eacute;m vai precisar de g&aacute;s h&eacute;lio para encher o bal&atilde;o e faz&ecirc;-lo voar. H&eacute;lio &eacute; mais leve do que o ar, ent&atilde;o ele flutua para atingir o equil&iacute;brio. O tamanho do bal&atilde;o e a quantidade de h&eacute;lio que voc&ecirc; usar determina quanto de peso o bal&atilde;o vai conseguir levantar. O bal&atilde;o de 2 m de di&acirc;metro do kit do Public Lab consegue carregar 3.288,5 g. Voc&ecirc; precisa levar em considera&ccedil;&atilde;o todo o peso do seu equipamento para garantir que o equipamento vai voar. Para outros tamanhos de bal&atilde;o,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.chem.hawaii.edu\/uham\/lift.html\" target=\"_blank\">essas tabelas<\/a>&nbsp;com as propriedades f&iacute;sicas de gases mais leves que o ar s&atilde;o &uacute;teis.<\/p>\n<p><strong>Prepara&ccedil;&atilde;o para Voo &amp; Constru&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">H&aacute; dois elementos diferentes que precisam ser preparados antes do equipamento de c&acirc;mera al&ccedil;ar voo. Primeiro, &eacute; necess&aacute;rio pesquisar o lugar que voc&ecirc; vai mapear, incluindo os regulamentos sobre voo de bal&atilde;o preso a um fio e a geografia da regi&atilde;o. Fazer um reconhecimento pr&eacute;vio do lugar pode ajudar a identificar potenciais obst&aacute;culos como &aacute;rvores\/cabos de eletricidade e a dar uma ideia das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas locais. Em segundo lugar, voc&ecirc; precisar reunir e montar os componentes do equipamento de mapeamento por bal&atilde;o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Quando pesquisar a &aacute;rea que voc&ecirc; pretende mapear, &eacute; uma boa ideia visit&aacute;-la antes do voo. Conte para as pessoas que vivem nessa &aacute;rea que voc&ecirc; vai estar l&aacute;, imprima um mapa de sat&eacute;lite da regi&atilde;o para fazer anota&ccedil;&otilde;es e, mais importante de tudo, pesquise as regras governamentais que se aplicam. Nos Estados Unidos, voos de bal&otilde;es presos a um fio s&atilde;o regulamentados pela Administra&ccedil;&atilde;o Federal de Avia&ccedil;&atilde;o (Federal Aviation Administration &ndash; FAA), que tem regras a respeito do tamanho do bal&atilde;o, quanto de peso pode transportar e a altura m&aacute;xima que pode atingir sem precisar de permiss&atilde;o expl&iacute;cita do governo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Condi&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas locais s&atilde;o muito importante, j&aacute; que vento nas altitudes pode dificultar muito a capta&ccedil;&atilde;o de imagens n&iacute;tidas por uma c&acirc;mera est&aacute;vel. Em tais condi&ccedil;&otilde;es, uma <a href=\"https:\/\/www.publiclab.org\/wiki\/kite-mapping\" target=\"_blank\">pipa deve ter melhor rendimento<\/a>. Lembre-se de n&atilde;o colocar para voar nada que voc&ecirc; n&atilde;o se importe de perder.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Uma vez que voc&ecirc; decidiu o que vai mapear e pesquisou a &aacute;rea e as regras sobre o voo, voc&ecirc; pode montar os materiais. Depois de selecionar e testar a c&acirc;mera no modo cont&iacute;nuo, pode construir uma capa leve de prote&ccedil;&atilde;o contra quedas e para dar mais estabilidade. A op&ccedil;&atilde;o mais barata &eacute; <a href=\"https:\/\/www.publiclab.org\/wiki\/pet-bottle-rubber-band-rig\" target=\"_blank\">fazer esse abrigo com garrafa PET<\/a>&nbsp;e el&aacute;sticos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">V&iacute;deo e imagens cedidos pelo Public Laboratory:<\/p>\n<div id=\"attachment_230\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-230\" class=\"size-medium wp-image-230 \" alt=\"Credit: Matthew Lippincott, Public Laboratory\" src=\"https:\/\/dev.cardume.art.br\/toolkit\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/Balloon-Mapping_PET-bottle-image-300x225.jpg\" width=\"300\" height=\"225\"><p id=\"caption-attachment-230\" class=\"wp-caption-text\">Cr&eacute;dito: Matthew Lippincott, Public Laboratory<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><iframe loading=\"lazy\" style=\"margin: 0 auto;\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/t96Za2l0VjU\" height=\"360\" width=\"480\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Agora que voc&ecirc; tem o seu equipamento pronto, &eacute; hora de encher o bal&atilde;o (isso pode ser feito no local de lan&ccedil;amento ou, se a log&iacute;stica permitir, antes). Ter mais uma pessoa na equipe realmente ajuda nessa hora, j&aacute; que o bal&atilde;o vai ser inflado bastante grande e precisa ser segurado. Uma pessoa deve encher o bal&atilde;o e a outra deve segur&aacute;-lo firme enquanto isso, para garantir que ele n&atilde;o vai voar ou encostar em algo pontudo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Com o bal&atilde;o cheio em m&atilde;os, &eacute; hora de anexar o abrigo da c&acirc;mera. A maneira mais simples de fazer isso &eacute; anexar o clipe rotat&oacute;rio que vem no kit ao fio do bal&atilde;o. Se n&atilde;o tiver esses clipes, voc&ecirc; tamb&eacute;m pode usar um peda&ccedil;o de linha para amarrar o equipamento &agrave; base do bal&atilde;o, mas confira se est&aacute; bem preso para n&atilde;o cair.<\/p>\n<p>A pe&ccedil;a final do quebra-cabe&ccedil;a antes de voar &eacute; posicionar a c&acirc;mera dentro do seu abrigo com o modo cont&iacute;nuo ativado. Dependendo do tipo de c&acirc;mera que voc&ecirc; tiver, pode tanto acionar o bot&atilde;o do obturador com um peda&ccedil;o de papel&atilde;o e um el&aacute;stico ou pode habilitar o modo de fotografar por frame da sua c&acirc;mera, utilizando uma caracter&iacute;stica j&aacute; existente ou (se voc&ecirc; tem uma c&acirc;mera port&aacute;til da Canon e est&aacute; tecnicamente disposto) adicionar o <a href=\"https:\/\/chdk.wikia.com\/wiki\/CHDK_1.2.0_User_Manual\">Canon Hack Develoo Kit<\/a>&nbsp;(CHDK) no seu cart&atilde;o SD.<\/p>\n<h2 id=\"pilotagem-estabilizacao\" class=\"summary-item\"><a href=\"#pilotagem-estabilizacao\">Pilotagem &amp; Estabiliza&ccedil;&atilde;o<\/a><\/h2>\n<div id=\"attachment_231\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-231\" class=\"size-medium wp-image-231 \" alt=\"Azmuth Illustration\" src=\"https:\/\/dev.cardume.art.br\/toolkit\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/Azmuth-Illustration-300x225.jpg\" width=\"300\" height=\"225\"><p id=\"caption-attachment-231\" class=\"wp-caption-text\">Cr&eacute;dito: Public Laboratory<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">Uma vez que o seu equipamento de bal&atilde;o est&aacute; pronto e tirando fotos, fa&ccedil;a-o voar! Este passo &eacute; quando come&ccedil;a a divers&atilde;o e a sutileza. Voc&ecirc; pode controlar a altura do bal&atilde;o usando o carretel que est&aacute; segurando a linha. Quanto mais linha voc&ecirc; liberar, mais alto o bal&atilde;o pode voar. Quanto mais curto o fio, mais pr&oacute;ximo do solo estar&aacute; o bal&atilde;o. A experi&ecirc;ncia &eacute; mais ou menos como pescar no c&eacute;u. A altitude do bal&atilde;o &eacute; importante porque fotos de alturas semelhantes podem ser colocadas juntas para criar uma imagem equivalente a um determinado n&iacute;vel de zoom num mapa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Num primeiro momento, voc&ecirc; mant&eacute;m o seu bal&atilde;o em uma altitude baixa e caminha pela &aacute;rea que quer mapear. A altura do bal&atilde;o &eacute;, grosseiramente falando, equivalente &agrave; &aacute;rea do solo que voc&ecirc; est&aacute; mapeando, ent&atilde;o um bal&atilde;o que esteja a 10 m de altura vai captar cerca de 10 metros quadrados. Caminhar num ritmo determinado, ou transversalmente, vai garantir que voc&ecirc; capture toda a &aacute;rea de solo que deseja.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Uma vez que voc&ecirc; capturou uma s&eacute;rie de imagens a partir de uma altura determinada, d&ecirc; mais linha ao bal&atilde;o e deixe que voe mais alto. Quanto mais alto estiver, mais vai capturar (mas com menos resolu&ccedil;&atilde;o). Voc&ecirc; pode repetir esse processo quantas vezes desejar. O &uacute;nico fator limitante &eacute; o tamanho da linha, o tamanho do disco na c&acirc;mera e a dura&ccedil;&atilde;o da bateria.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Conforme voc&ecirc; caminha pela sua &aacute;rea, &eacute; importante observar a estabilidade do seu equipamento. As melhores imagens s&atilde;o capturadas quando o equipamento est&aacute; est&aacute;vel e apontando em 90o em rela&ccedil;&atilde;o ao solo. Um equipamento que esteja balan&ccedil;ando &eacute; um mau sinal, j&aacute; que imagens em &acirc;ngulo ter&atilde;o que ser alongadas para formar um mapa plano e planim&eacute;trico.<\/p>\n<p>T&eacute;cnicas para maximizar a estabilidade s&atilde;o tratadas como possibilidade de experimentos dentro da comunidade de mapeamento por bal&atilde;o. Algumas solu&ccedil;&otilde;es simples incluem colocar mais linhas no bal&atilde;o para aumentar a tens&atilde;o e reduzir a influ&ecirc;ncia do vento. As t&eacute;cnicas funcionam bem para mapeamento por bal&atilde;o em baixas altitudes, mas s&atilde;o dif&iacute;ceis quando o bal&atilde;o est&aacute; mais alto. Tamb&eacute;m &eacute; necess&aacute;rio que os dois pilotos do bal&atilde;o praticamente coordenem uma dan&ccedil;a. Uma solu&ccedil;&atilde;o mais intr&iacute;nseca &eacute; o sistema <a href=\"https:\/\/www.publiclab.org\/wiki\/picavet-rigging\" target=\"_blank\">picavet<\/a>&nbsp;de estabiliza&ccedil;&atilde;o. &Eacute; mais pesado e exige alguma habilidade, mas funciona bem, principalmente para mapeadores com c&acirc;meras high-end.<\/p>\n<h2 id=\"processamento-de-imagem\" class=\"summary-item\"><a href=\"#processamento-de-imagem\">Processamento de&nbsp;Imagem<\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: center;\"><b><i><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" alt=\"Cr&eacute;dito: Public Labratory\" src=\"https:\/\/dev.cardume.art.br\/toolkit\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/MapMill-Good-Image-Chart.png\" width=\"353\" height=\"481\"><\/i><\/b><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Este passo &eacute; quando suas fotos se tornam um mapa. Dependendo do tempo que o seu bal&atilde;o voou, voc&ecirc; ter&aacute; muitas imagens e grande parte delas n&atilde;o vai estar n&iacute;tida o suficiente para ser usada. As melhores imagens s&atilde;o claras, sem distor&ccedil;&otilde;es por estarem tremidas ou superexpostas e foram tiradas verticalmente, diretamente contra o solo. Tamb&eacute;m ajuda priorizar boas imagens que cubram a maior &aacute;rea poss&iacute;vel.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Voc&ecirc; pode selecionar as fotos no seu computador utilizando um programa de visualiza&ccedil;&atilde;o de imagens ou pode fazer o download de uma c&oacute;pia do&nbsp;<a href=\"https:\/\/mapmill.org\/\">MapMill<\/a>, para permitir que a comunidade do Public Lab identifique imagens &uacute;teis.<\/p>\n<div id=\"attachment_233\" style=\"width: 400px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-233\" class=\"wp-image-233 \" alt=\"Map Stiching Example\" src=\"https:\/\/dev.cardume.art.br\/toolkit\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/Map-Stiching-Example.gif\" width=\"390\" height=\"221\"><p id=\"caption-attachment-233\" class=\"wp-caption-text\">Cr&eacute;dito: Sam Pepple, Sample Cartography<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">Assim que voc&ecirc; selecionar um grupo de imagens que possam ser usadas, pode dar in&iacute;cio ao processo de costur&aacute;-las e formar um mapa maior. Isso pode ser feito com um programa de processamento de imagem, como o Adobe Photoshop, ou usando o editor MapKnitter, do Public Lab, dispon&iacute;vel na internet. O MapKnitter te permite subir, sobrepor, esticar ou redimensionar suas fotos tendo como refer&ecirc;ncia a vis&atilde;o de um mapa de sat&eacute;lite do Google Maps.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/NOikqxIIFBc\" height=\"360\" width=\"480\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/p>\n<p>Utilizando o MapKnitter, voc&ecirc; tamb&eacute;m ter&aacute; acesso a muitas ferramentas dispon&iacute;veis para exportar e compartilhar com o mundo os mapas que acabou de fazer.<\/p>\n\r\n\t\t<div class='author-shortcodes'>\r\n\t\t\t<div class='author-inner'>\r\n\t\t\t\t<div class='author-image'>\r\n\t\t\t<img src='https:\/\/photos1.meetupstatic.com\/photos\/member\/2\/7\/7\/f\/member_18490111.jpeg' alt='' \/>\r\n\t\t\t<div class='author-overlay'><\/div>\r\n\t\t<\/div> <!-- .author-image --> \r\n\t\t<div class='author-info'>\r\n\t\t\t<strong>Willie Shubert<\/strong> &eacute; o Coordenador S&ecirc;nior de Projetos no Internews&rsquo; Earth Journalism Network. Como coordenador de uma equipe global de jornalistas ambientais, Willie ajuda a elaborar ferramentas que permitam a conex&atilde;o entre pessoas, encontra apoio material e amplifica hist&oacute;rias locais para audi&ecirc;ncias globais. Em seu cargo anterior, na revista National Geographic, coordenou as tradu&ccedil;&otilde;es da revista junto aos seus 32 parceiros locais. Formou-se em Geografia pela Humboldt State University, com foco em cartografia, economia ambiental e estudos chineses. Al&eacute;m do trabalho, dedica seu tempo ao desenvolvimento de uma escola gratuita dedicada a constru&ccedil;&atilde;o de comunidades atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o, a mapas colaborativos e a projetos de &aacute;udio.\r\n\t\t<\/div> <!-- .author-info -->\r\n\t\t\t<\/div> <!-- .author-inner -->\r\n\t\t<\/div> <!-- .author-shortcodes -->\n\n<p><\/p>\n<meta http-equiv=\"Content-Type\" content=\"text\/html; charset=UTF-8\"><\/body><\/html>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mapeamento por bal&atilde;o permite que pessoas ou grupos registrem com baixo custo e em forma de mapa eventos em sequ&ecirc;ncia, de maneira temporariamente precisa e de f&aacute;cil 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